Quanto custa a vida?
A política de genocídio para salvar o capital à custa da morte da população
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Ilustração da crise social | Foto: Ralf Steinberger

Matéria do Estadão informa que uma pesquisa da XP/IPESPE, ligada ao banco Itaú, indica que a maioria da população quer o fim do isolamento social. Foram entrevistadas mil pessoas entre os dias 13 e 15 de julho e tem margem de erro de 3,2%.

A pesquisa indica que vem aumentando o percentual da população que deseja o fim do isolamento social. Eram 52% e agora são 58%. E os que eram contra mudou de 44% para 37%. Enquanto que os que acham que a crise vai piorar são 53% e eram 61%.

Considerando que a agencia de pesquisa é ligada ao banco Itaú, é muito forte a suspeita de que estão na verdade querendo justificar o fim do isolamento decretado anteriormente, onde o estado brasileiro curvado ao imperialismo dos EUA, vem fazendo de tudo para salvar a economia e deixando o povo morrer de vírus, fome e miséria, sem piedade.

E só agora divulgam uma pesquisa que indica que a população está querendo sair do confinamento. Qualquer governante sério no mínimo ficaria em dúvida entre abrir ou não o confinamento.

Chama a atenção o fato de que primeiro foi decretado pelo governo o fim do isolamento social, que se diga de passagem foi bem reduzido, e muitos continuaram a correr o risco de contaminação pelo vírus nos transportes superlotados e nos ambientes de trabalho sem adequação, fazendo com que fosse ultrapassado o número de 80 mil mortes e 2 milhões de infectados.

Querem, agora, justificar a política genocida do Estado, dizendo que foi a população quem quis. Provavelmente estão preocupados com os resultados das eleições em novembro. Com esse genocídio que praticaram temem que os votos vão para a oposição e eles percam as tetas do governo para se alimentar.

Mas devemos ficar atentos à realidade, e notamos que as crises acentuaram a queda dos lucros das empresas e bancos. O isolamento social ampliou a queda dos lucros, o que fez com que o governo acabasse com o isolamento, salvando os lucros e matando a população.

Assim se explica essa atitude criminosa por parte da burguesia, querendo salvar seu rico dinheirinho às custas das vidas de milhões de pessoas, do povo e trabalhadores. Provando que na verdade pouco importa em que condições a população viva, que se danem. O importante é que seus lucros continuem crescendo, crescendo até o limite que puderem.

Se isso é democracia, como seria o autoritarismo, o fascismo ou todos os regimes não democráticos? O que poucos entendem é que essa é a democracia burguesa de fato.

Em tempos onde as contradições de classe estão amenas a população não percebe que estão sendo expropriados de forma violenta. Mas quando a contradição fica exposta, a burguesia deixa as meias palavras e parte pra cima da classe trabalhadora retirando tudo o que podem. Se preciso for recorrem aos “cachorros loucos” do fascismo para conter a reação esperada da população.

É o que aconteceu com os direitos trabalhistas, previdenciários, níveis salariais, direito de greve, prisão das principais lideranças de esquerda sem provas e etc. Está sendo tudo destruído. É preciso que sindicatos e movimentos sociais saiam às ruas contra as perdas, pelo fora Bolsonaro.

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