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Eduardo Vasco

Jornalista especializado em política internacional. Colunista do Diário e do Jornal Causa Operária. Apresenta o Conexão América Latina, o Minta você mesmo e o Esquenta da Análise na Causa Operária TV. Apresenta ainda o programa Causa Operária, todas as sextas às 13h na Rádio Cultura de Curitiba AM 930. Comentarista da Radio Estrella 98.7 FM da Venezuela.

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DCM

Gabinete do ódio de Boulos ataca PCO para prejudicar Lula e o PT

Kiko Moro e Pedro Dallagnol querem incriminar o PCO para frear a luta pela candidatura de Lula e favorecer o golpe

Apresentadores do DCM não passam de bonecos de ventríloquo no colo de Guilherme Boulos – Montagem

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É preciso ficar muito claro: o DCM iniciou uma campanha sórdida de calúnias e “fake news” contra o PCO devido à nossa oposição e denúncia contra Guilherme Boulos.

Uma breve recapitulação

Isso é óbvio. Tudo começou exatamente quando, em novembro do ano passado, o Diário Causa Operária publicou uma primeira reportagem que mostrava as ligações escusas do líder do PSOL com o empresário Walfrido Warde, articulador político das campanhas de Boulos. Warde emprega Boulos no Instituto para a Reforma das Relações entre Empresa e Estado (IREE). O próprio nome já indica que trata-se de uma instituição voltada a garantir um papel de preponderância dos capitalistas sobre o Estado, o que é algo contraditório com a ideologia e a política de alguém que se passa por “esquerda radical”. 

Mas não é só isso: no IREE, alguns dos principais dirigentes são membros da extrema-direita e da direita golpista brasileiras, como o general Sérgio Etchegoyen (que assegurou o apoio dos militares ao golpe e recriou o GSI no governo Temer), o ex-ministro da Defesa de Temer Raul Jungmann e o chefe da Polícia Federal durante o golpe, Leandro Daiello. Daiello também é sócio de Warde no escritório Warde Advogados, junto com o negro identitário Silvio Almeida ─ cotado para ser vice de Boulos na candidatura ao governo de SP ─, escritório esse que possibilitou ao criminoso Sergio Moro a embolsar R$750 mil ao defender um empresário israelense contra a empresa nacional Vale.

E tem mais: o IREE tem como parceiro o think tank norte-americano Global Americans, que trabalha para os golpes imperialistas na América Latina e cuja equipe de profissionais é formada exclusivamente por membros ou ex-membros do governo americano e instituições vinculadas a ele. Além disso, a Global Americans recebe financiamento do NED, agência do governo dos EUA cuja função é exercer o mesmo papel que a CIA sempre desempenhou na desestabilização de governos pelo mundo todo.

Pois bem. Essa denúncia escandalosa não foi repercutida em nenhum veículo da imprensa dita progressista ─ nota-se o comprometimento com segundos interesses quando um fato como esse é silenciado. Mas o DCM foi além. Kiko Nogueira e seu empregado canino Pedro Zambarda tentaram ridicularizar essas denúncias, comprovadas com vasta documentação pública. Pouco após o DCO revelar essas relações, o DCM chamou Boulos para uma live em que os espectadores bombardearam o psolista e os apresentadores com questionamentos sobre a denúncia. Tratando como teoria da conspiração do PCO, os apresentadores buscaram limpar o terreno para facilitar a resposta de Boulos que, no entanto, não soube contra-argumentar e nem mesmo desmentir nossas afirmações. Além disso, revelou que é assalariado do IREE, como também da Folha de S.Paulo ─ um dos principais órgãos da imprensa golpista brasileira, que ataca diariamente os sindicatos, movimentos sociais, Lula e o Partido dos Trabalhadores.

No final da live, após a saída às pressas de Boulos (visivelmente incomodado com os questionamentos), Nogueira perdeu a cabeça e começou a xingar os espectadores que assumiram o papel que ele e Zambarda se recusaram a cumprir: o de jornalistas, questionando o entrevistado. Ainda deu um primeiro indício daquilo que faria pouco depois, ao falar que a participação do presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, no canal, estaria comprometida.

Veio então o dia mais esperado. Como todas as sextas-feiras, Rui Costa Pimenta participaria do Café da Manhã, programa matinal do DCM. Naquele dia, 12 de novembro, Rui não apareceu. Kiko Nogueira anunciou que o presidente do PCO não teria mais um programa regular na grade. No mesmo dia, ele e Zambarda realizaram uma live cujo título afirmava que o PCO havia ameaçado o editor-chefe do DCM de morte. Uma grande mentira, pois a “ameaça” teria sido uma fala do militante do PT (e não do PCO), André Constantine, no programa Tição, da COTV, na qual ele denunciava a esquerda quinta-coluna do imperialismo no Brasil, vinculada com as organizações do governo americano, particularmente as da frente ampla, como também Boulos e o próprio Nogueira (reagindo aos xingamentos deste na live com Boulos). Constantine afirmou: “vocês são os primeiros que a gente vai pegar”, não especificamente a Nogueira, mas aos integrantes da frente ampla pró-imperialista, no contexto de sua fala a respeito da tomada do poder pelos trabalhadores, que destronariam a burguesia e seus aliados. Os deturpadores da notícia não tiveram qualquer inibição em manipular completamente a colocação do petista para atacar o PCO.

No entanto, temperado em 40 anos de militância revolucionária, e acostumado com as mais grotescas calúnias por ser uma organização trotskista, o PCO não se intimidou e continuou suas denúncias contra a esquerda implantada pelo imperialismo no Brasil com o objetivo de desmobilizar o movimento popular.

Agentes da polícia

Ao invés de tentar desmentir as reportagens do PCO ou de contra-argumentar nossos posicionamentos, o DCM submergiu ainda mais no esgoto onde se encontra. Veio com “denúncias” de pretensos ex-militantes, que acusaram o Partido ─ oh, vejam! ─ de “obrigá-los” a lavar louça em nosso acampamento de férias, que é uma atividade em que todos os acampados contribuem para a manutenção do acampamento, como refeição, limpeza, segurança, além de gozarem de momentos de lazer em piscinas e jogos de futebol e assistirem palestras do curso da Universidade de Férias ─ uma convivência socialista, em que todos trabalham pela comunidade. Ou que o presidente do Partido, Rui Costa Pimenta, come “biscoitos amanteigados” com dinheiro público. Ou ainda que ─ minha nossa! ─ o Partido cobrou uma dívida de 120 reais de um ex-militante caloteiro que roubou jornais do PCO para vender e ficar com o dinheiro.

Por que, ao invés de se prestar a esse papel, o DCM não publicou reportagens demonstrando as supostas falsificações na denúncia do PCO contra Boulos? Seria muito simples, bastaria mostrar que tal ou qual informação é inverídica, que determinado dado é irreal, que aqueles nomes não se relacionam de modo algum etc. Mas como as denúncias do PCO são irrefutáveis, o DCM preferiu dizer que tratavam-se de “teoria da conspiração” e nada mais. Por que, então, o DCM e Boulos não rebateram os argumentos do PCO sobre o papel de quinta-coluna do imperialismo? Poderiam dizer que é ultrapassada a ideia de imperialismo, que o governo dos EUA quer ajudar na luta pela democracia no Brasil, que Etchegoyen reviu suas ideias e se tornou um ativista pelos direitos humanos. Mas como ninguém iria cair num papo furado desses, também não tiveram coragem de se arriscar em uma batalha de ideias contra o PCO.

O que lhes restou? A calúnia e a mentira.

A última delas foi, inclusive, compartilhada por Boulos em seu perfil no Twitter. Qualquer um que consegue concluir que 1 + 1 = 2 conseguiu ligar os pontos. Foi uma evidência a mais de que Boulos está por trás da campanha persecutória do DCM contra o PCO. Afinal de contas, o que justificaria um portal que se diz progressista atacar tanto nosso Partido, logo após nossas denúncias contra Boulos?

E comprova-se que o objetivo é silenciar o PCO para tirá-lo do jogo quando Kiko Nogueira afirmou, na semana passada: “provavelmente a polícia, o Ministério Público, vai pra cima dessa turma aí.”

Esse é o “jornalismo” do DCM: Nogueira e Zambarda (que não têm formação teórica nem prática no jornalismo de verdade) atuam como informantes da polícia. São discípulos do famigerado Cabo Anselmo da ditadura militar, um infiltrado na esquerda para entregar os militantes para a tortura e o assassinato. Com uma diferença: esses dois vigaristas não passam informações, mas sim inventam mentiras para as forças de repressão do Estado. Não são elementos de esquerda, mas sim de direita, infiltrados na esquerda. Tentam executar uma Lava Jato ainda mais mequetrefe, aos moldes do que fizeram Sergio Moro e Deltan Dallagnol ─ só que esses certamente receberam gordas somas do Tio Sam, ao contrário da dupla de patifes do DCM, que poderá no máximo colher alguns trocados.

Prostitutas da comunicação

Qualquer jornalista minimamente honesto tem obrigação de repudiar publicamente a ação desses dois delinquentes, verdadeiras prostitutas da comunicação (mil perdões às prostitutas, a comparação é somente retórica, pois o trabalho delas é a sustentação de sua sobrevivência, portanto é muitíssimo mais digno do que o trabalho sujo desses dois marginais da imprensa marrom).

Silenciar sobre essas mentiras, calúnias e provocações pedindo a polícia contra um partido de esquerda é se acovardar diante de uma postura notadamente fascista e antiética. O próprio Código de Ética da ABI estipula que o jornalista não pode “concordar com a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, políticos, religiosos, raciais, de sexo e de orientação sexual”. Ainda mais se essa perseguição for promovida por um veículo de comunicação e por elementos que se dizem “jornalistas”, como o DCM de Kiko Moro e Pedro Dallagnol.

Infelizmente, essa prática abjeta contra o PCO não é exclusiva do DCM. Vem de antes. Renato Rovai ─ esse sim formado em jornalismo, inclusive professor, embora sua falta de ilustração denuncie a precariedade do ensino superior brasileiro ─ acusara o PCO de “roubar celulares”, tachando nossos militantes de “agressores”, “vândalos” e “vagabundos”. “Tem que botar a polícia pra cima deles”, disse o editor da Revista Fórum, em meados do ano passado. Por alguns militantes do PCO terem participado da expulsão de infiltrados do PSDB no ato Fora Bolsonaro de 3 de julho, Rovai não nos perdoou. Encontrou uma senhora de nome Carmen Silva, cujo movimento sem teto que lidera atuou como segurança dos elementos do PSDB no furdunço com membros do PCO e do PT, para afirmar que tínhamos roubado um celular de alguém de sua organização. Provas? Nenhuma. Carmen Silva, soube-se logo em seguida, é membro do PT mas fez campanha para a candidatura de Boulos à prefeitura de São Paulo em 2020, quando seu partido tinha o candidato Jilmar Tatto.

Não é de se estranhar, portanto, que o iletrado Rovai ─ que já havia atacado covardemente o PCO um ano atrás, no início da agudização de nossas divergências com Boulos e o PSOL ─ tenha reproduzido as matérias caluniosas do DCM em seu jornaleco digital. O problema para Rovai é que ele foi passado para trás: Boulos encontrou um site maior, com mercenários ainda mais cínicos, para espalhar sua propaganda reacionária contra o PCO. Como um bezerro (ou um burro?) mais frágil que os irmãos, Rovai teve de se contentar com a menor das tetas.

O objetivo é muito maior

Abram o olho, caros leitores! A esquerda pró-imperialista também tem o seu gabinete do ódio. Não é à toa que tanto Nogueira como Rovai vêm atacando o Brasil 247. Ou o ator petista Zé de Abreu. DCM e Fórum são armas de Guilherme Boulos e do PSOL na luta política, que se acirra em 2022 com as eleições presidenciais.

Boulos, que foi fabricado pela burguesia e pelo imperialismo para substituir o PT ─ no âmbito da tentativa de substituição da esquerda nacionalista pela esquerda identitária “made in USA” ─, prestará novamente o serviço à direita de dividir os votos da esquerda, como já o fez em 2018 e 2020. Ou alguém pensa que seu trabalho com Etchegoyen, Jungmann e Daiello no IREE ─ e com Warde, que trabalhou com Moro ─ não teria relação com as alianças que Boulos e o PSOL vêm fazendo com a direita golpista há anos, desde Heloisa Helena, passando pela Lava Jato, pelo Não vai ter Copa, até a recusa a apoiar a candidatura de Lula este ano?

Ora, o PCO é o partido que, desde 2020, vem instigando a esquerda a se unificar em torno da candidatura de Lula para derrubar Bolsonaro e derrotar o golpe. É quem mais defendeu Lula nesses anos todos e quem está organizando uma campanha de massas e popular por Lula Presidente. É não apenas muito conveniente, mas necessário, tanto para a direita como para a esquerda antipetista, colocar um freio no PCO.

Fica evidente: as calúnias, mentiras e tentativas de incriminar o PCO são parte da sabotagem contra a candidatura de Lula. Em outras palavras, são parte da campanha pela manutenção do golpe de Estado e, como resultado possível, pela reeleição de Bolsonaro ─ caso a terceira via frente-amplista, amiga de Boulos, não consiga bater de frente com Lula.

A campanha contra o PCO é, também, parte da tentativa do imperialismo de dominar por completo a esquerda brasileira, através de suas ONGs financiadas pela CIA-NED-USAID-Fundação Ford-Open Society, que pregam o discurso identitário. Identitarismo este que é produto dos laboratórios do governo norte-americano. E que já permeia toda a esquerda pequeno-burguesa anti-operária. Boulos, o PSOL e seus apêndices (tanto os partidos como PCB, UP e PSTU, quanto a imprensa antilulista, ao estilo de DCM e Fórum) são parte dessa esquerda identitária ligada às ONGs, think tanks e fundações imperialistas. Um setor, ainda minoritário, do PT, também. Mas a ala lulista, ligada à CUT e ao MST, não é. Assim como o PCO também não é. Por isso precisam ser varridos do mapa para que o imperialismo possa substituí-los pela sua esquerda.

Os interesses por trás da perseguição fascista do DCM contra o PCO, portanto, são interesses poderosos. E é por isso mesmo que serão recebidos com a mais encarniçada resistência: a denúncia pública, o esclarecimento das amplas massas e a organização dos trabalhadores contra nossos inimigos e sua quinta-coluna.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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