Fascismo mostra os dentes
A extrema-direita avança no regime político, se organizando através de orientações de nazistas da Ucrânia e ocupando as ruas; é preciso reconhecer o perigo e extirpá-la!
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FASCISTAS
Nazistas durante manifestações que impulsionaram o golpe de Estado na Ucrânia, 2015 | Foto: reprodução

Na última quarta-feira matéria publicada no site Metrópoles aponta uma chácara onde o movimento fascista “300 do Brasil” teria ocupado para fazer treinamentos militares. O local se localiza entre a região do Paranoá e Planaltina  no Distrito Federal, em um local de difícil acesso. Esse acampamento contém alojamentos, cozinha e apetrechos militares. Isto é, um local feito para formar milícias fascistas. 

Ainda nesta semana, o deputado federal de extrema-direita Roberto Jefferson afirmou, em entrevista, que está formando grupos paramilitares. Nessa mesma entrevista, ele aponta que vai impedir José Dirceu de voltar ao cenário político no crivo da bala. Isso mostra que a direita fascista não está só falando e levantando a cabeça na oratória, mas está se organizando e se expandindo, mirando sempre a esquerda.  

Outra evidência de que a extrema-direita avança no regime golpista é a presença do caso Ucrânia. Em uma breve digressão, a Ucrânia é um país no leste europeu que sofreu um golpe de Estado em 2014, golpe este chamado de “revolução” por setores da esquerda pequeno-burguesa cuja confusão não sofre nenhuma escassez de recursos… 

O golpe de Estado na Ucrânia foi nitidamente orquestrado pelo imperialismo em conjunto com a extrema-direita daquele País, inclusive contando com a participação de grupos fascistas de outros países, entre eles brasileiros.   

Na sequência, depois do golpe ucraniano, o país se tornou um forte exportador de nazistas. Sendo vistos, por exemplo, nas manifestações de Hong Kong que exigiam, vejam só, que o país voltasse a ser colônia do imperialismo em meio a uma forte tensão da China com o imperialismo.  

Dessa vez, os nazistas ucranianos estão participando do golpe fascista que Bolsonaro coloca em marcha no país, denunciado em umas das últimas edições do Diário Causa Operária, pela presença de uma bandeira do movimento fascista ucraniano na última manifestação bolsonarista em São Paulo. Onde a extrema-direita conseguiu essa bandeira? A não ser com a presença dos bandos nazistas de lá por aqui. 

Vale ressaltar que um dos dirigentes do movimento fascista no Brasil, Sara Winter, participou como agente secundária da Ucrânia no movimento intitulado FEMEN. Movimento intitulado “feminismo radical”, mas que impulsionava a campanha anti-Rússia, que era uma das campanhas ideológicas do golpe fascista. Semelhante às manifestações de Hong Kong em relação a China, a campanha da Ucrânia exigia a independência da Ucrânia diante da Rússia… para ser dependente do imperialismo, claro. 

A orientação ucraniana mostra claramente os objetivos do governo Bolsonaro aqui: transformar o país em um caos fascista.  É fácil de dizer que durante o avanço do golpe de Estado a extrema-direta nunca esteve com a cabeça tão levantada. É preciso cortá-la! As organizações de esquerda devem se mobilizar contra os fascistas e reagir à altura, colocando-os no lugar deles, que é a lata do lixo da História e levar a cabo uma grande mobilização pela derrubada do governo Bolsonaro, que está se mostrando cada dia mais em um perigo a todo povo brasileiro.  

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