Porto Seguro (BA)
PSOL se utiliza de acusações de “machista”, “racista” e “xenófobo” para desviar a atenção de sua política de sabotagem das atividades do Fora Bolsonaro e da luta contra a direita
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Heloísa Helena liderança do PSOL e senadores da extrema direita. HH é uma das ativistas antiaborto | Imagem: reprodução

Por Danielly Crespi. Recentemente, militantes feministas encabeçadas pelo PSOL emitiram uma nota de repúdio contra o Partido da Causa Operária (PCO) do município de Porto Seguro, no Extremo Sul da Bahia.

As acusações vêm para esconder um debate realizado dentro das organizações de esquerda do município em um espaço chamado de Fórum de Lutas de Porto Seguro. Durante os debates dentro do grupo e das reuniões o PCO denunciou as manobras, golpes e sabotagens realizadas pelo PSOL e alguns satélites influenciados por este grupelho.

Essa não é a primeira vez que isso ocorre, mas chama a atenção que isso vem no momento de retomadas das mobilizações nas ruas pelos trabalhadores e na total recusa do PSOL em que seja organizado isso aqui no município para enfrentar a direita e os patrões que querem a reabertura total do comércio.

Quem quiser saber o conteúdo do debate veja no link abaixo onde denunciamos a política de sabotagem dos elementos do PSOL da cidade de Porto Seguro, mas que é apenas um exemplo do que esse partido de enorme oportunismo eleitoral realiza nacionalmente.

https://www.causaoperaria.org.br/psol-de-porto-seguro-sabotadores-da-luta-pelo-fora-bolsonaro/

Para esconder a sua política evita entrar no debate dos argumentos e apenas repete como um papagaio, veja a semelhança com os bolsonaristas que repetem constantemente “petralhas”, “luladrão” entre outros, que apenas servem para esconder uma política direitista e sabotadora.

A tática de acusar adversários políticos de machismo é usada por setores da esquerda pequeno-burguesa há tempos. É muito comum o PSOL realizar isso em assembleias de estudantes e sindicais para tentar desmoralizar a oposição e criar um clima contrário a quem denuncia sua política oportunista.

O absurdo dessa política que não tem nada a ver com a defesa da mulher, pois estes mesmo elementos se recusam a colocar as pautas das mulheres nos atos realizados no 8 de março, onde esses elementos do PSOL se recusaram abertamente a defender o aborto em público e apenas defender a Polícia Militar que nunca defendeu nenhuma mulher que seja trabalhadora.

A farsa é tamanha que quando foi utilizado a palavra “denegrir” houve até quem chamasse de racista e, pasmem, acusações de xenofobia pela presidente do PSOL da cidade por ter colocado sua “dramatização” na reunião como uma “novela mexicana”. Só rindo da situação ridícula.

Mas fazem isso para esconder os questionamentos sobre a sabotagem, de querer fazer a reunião apenas dois dias antes do ato, colocar um terrorismo na reunião e também não explicar por que o sindicato com elementos do PSOL continua fechado. Isso ninguém respondeu. Também não responderam porque estão fazendo campanha culpando a população pela situação do coronavírus como “irresponsáveis” e “amigos da morte” por terem que sair de casa para trabalhar. Veja o link abaixo:

https://www.causaoperaria.org.br/nao-seja-amigo-da-morte-a-receita-do-psol-contra-o-covid-19/

Esse desvio de atenção também serve para esconder sua política no mínimo equivocada nacionalmente de elogiar a operação Lava Jato e Sérgio Moro, de apresentar que não houve golpe e mudar de opinião muito tempo depois, de defender as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) nas favelas do Rio de Janeiro que massacram o povo diariamente como Marcelo Freixo e até de defender o “fica Bolsonaro” pelo mesmo deputado federal do Rio.

Nesse momento não querem mobilização para estragar a sua campanha eleitoral, pois como bons políticos representantes de uma política direitista estão completamente voltados para as eleições. Tanto que abandonam os trabalhadores em seus sindicatos, utilizam de grupos de mulheres para fazer propaganda de seu partido e ficam enlouquecidos em terem que entrarem na luta contra Bolsonaro sendo que na verdade querem ficar em casa escondidos debaixo da cama ou como “luta” o ANDES: enviando e-mails para parlamentares.

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