Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
photo_2018-11-30_19-18-38
|

Quer lutar contra o golpe e não sabe como? Junte-se aos militantes dos Comitês de Luta contra o golpe espalhados em todo o país, reunindo os setores mais conscientes e mobilizados na resistência aos ataques imperialistas que avançam sobre o nosso país. Os comitês são fundamentalmente voltados para a ação militante, realizando reuniões periódicas, organizando a participação em atos, panfletando, colando cartazes, estendendo faixas. Não encontrou um Comitê em sua cidade? Forme um grupo e junte-se a nós!

Vejamos na prática o que sete grupos mobilizados no sul e sudeste realizaram na última semana.

1. Alfenas: atividades no Pinheirinho

Na sexta (23) o Comitê de Luta contra o Golpe de Alfenas (MG) realizou diversas atividades de panfletagem e colagem de cartazes no bairro Pinheirinho – sobretudo na Escola Estadual Padre José Grimmick, onde foram distribuídos panfletos denunciada a perseguição a professores e estudantes. A colagem de cartazes na região complementou a ação de agitação, com as palavras de ordem de Fora, Bolsonaro e todos os golpistas, Liberdade para Lula, Abaixo a fraude eleitoral, além da campanha mais recente de Abaixo a escola com fascismo.

2. Professores de Paranaguá mobilizados

Na quarta (28) formou-se o Comitê de Professores contra o Golpe. No Paraná, especialmente, sob administração do governador direitista Beto Richa (PSDB), os professores vêm sofrendo um ataque especialmente intenso, com brutal repressão de suas mobilizações contra as medidas dos golpistas que visam a destruir a educação pública no país. Na reunião, realizada na sede do Núcleo Sindical da APP-Sindicato de Paranaguá (o sindicato dos professores do Estado), ressaltou-se a necessidade de organização da categoria contra o movimento Escola sem Partido, que a pretexto de clamar pela imparcialidade política em sala de aula constituiu-se num dos fundamentos ideológicos do golpe de Estado em curso no país, criando instrumentos de censura e de opressão política.

3. Universidades federais do Rio de Janeiro são focos de luta

No Rio de Janeiro, militantes do PCO e dos comitês de luta contra o golpe realizaram na segunda (26) panfletagem e colagem de cartazes na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). As palavras de ordem também eram contra Bolsonaro e o golpe e contra a investia do Escola sem partido.

4. USP retoma mobilização

Na Universidade de São Paulo (USP) o Comitê de Luta contra o Golpe da USP realizou reunião na noite de terça (27) reunião para organizar a luta contra o fascismo. O evento, acompanhado de ampla panfletagem, ocorreu nas mesas de entrada do edifício do curso de história, contando com a participação de dezenas de estudantes. O Comitê reúne alguns dos setores mais combativos na mobilização da comunidade universitária contra a ascensão do fascismo. Desde a luta contra a chamada PEC da morte em 2016, passando pela mobilização antifascista iniciada durante o processo eleitoral, as universidades públicas brasileiras se tornaram importantes focos de organização popular contra as ações direitistas que visam a censurar, coagir, perseguir e criminalizar aqueles que pensam e agem criticamente.

5. Centro de Campinas amanhece com faixas nas passarelas

Na quinta (29) o Comitê de luta contra o golpe de Campinas realizou atividades de panfletagem e confecção de faixas com a palavra de ordem Fora Bolsonaro. As faixas foram afixadas em passarelas de pedestres sobre avenidas de grande fluxo na região central da cidade. O Comitê de Campinas é um dos mais antigos e ativos do país! Junte-se a ele!

 

6. Santa Catarina tem ações na UFSC e em várias cidades

Na terça (27) o Comitê de Luta contra o Golpe da UFSC organizou colagem de cartazes, complementada na sexta (30) por panfletagem no Restaurante Universitário. Assim como a USP, a UFSC tem se destacado pela mobilização dos estudantes no combate ao fascismo que grassa nos bancos da universidade, sob o manto do apartidarismo. Em Santa Catarina também foram realizadas panfletagens e colagens de cartazes na Universidade do Estado (Udesc), em Porto Belo e em Blumenau – no teatro Carlos Gomes.

7. Em Belo Horizonte, panfletagem no Colégio Estadual

Na capital mineira foi realizada na sexta (30) colagem de cartazes na região central e panfletagem em frente ao Colégio Estadual Milton Campos, tradicional foco de resistência estudantil onde estudou, por exemplo, Dilma Rousseff na década de 1960. A ação junto a alunos, professores e servidores da rede de ensino pública é fundamental para levantar a mobilização popular junto aos setores mais diretamente atacados por políticas fascistas como o movimento Escola sem Partido, destinados a reprimir a liberdade de expressão atacando-a onde ela constitui a base das atividades: instituições de ensino, de arte e órgãos de imprensa.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas