A gravidade da ação americana em Taiwan

Uma análise marxista

“Brasil, 500 anos de história” volta dia 19 de julho

O maior curso marxista sobre a história do Brasil de todos os tempos volta a ser ministrado este mês

Módulo 2: O Império Tropical – Arquivo Universidade Marxista

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No próximo dia 19, uma terça-feira, às 18h30, a Universidade Marxista retomará as aulas do único curso de história do Brasil sob uma perspectiva marxista. Terá início o segundo módulo do curso “Brasil, 500 anos de história”, um curso único e imperdível para o trabalhador brasileiro.

O curso retornará com o módulo sobre o império colonial brasileiro – Brasil, o império tropical –  período que vai da chegada da família real até a crise do segundo império com a abolição da escravidão e a proclamação da república e terá como aula inaugural aberta o tema “A revolução francesa e o Brasil” buscando analisar os impactos da maior revolução burguesa sobre o Brasil, seu desenvolvimento e sua independência.

Para aqueles que já fizeram o curso no módulo 1, o qual tratou desde a história de Portugal, a era dos descobrimentos e os primeiros séculos do Brasil colonial, já sabe a experiência imperdível que é estudar a história do nosso país, sob um ponto de vista realmente científico, a partir do método da dialética marxista.

Como é o curso

Explicando um pouco, o curso de organizado pelo Partido da Causa Operária (PCO) tem o objetivo de apresentar o sentido geral de desenvolvimento da formação da nação brasileira, quais foram as suas principais etapas e analisar os principais acontecimentos políticos de uma concepção marxista, científica, nada de concepções de tipo moral ou escatológicas longe da realidade dos fatos e dos registros documentais.

Uma análise criteriosa que busca em primeiro lugar averiguar os acontecimentos em detalhe, compreender a atuação das forças sociais envolvidas, o desenvolvimento econômico e político e interpretar esse conjunto considerando as concepções da sociedade à época, suas demandas e disputas internas e com outras sociedades estrangeiras, por exemplo.

Podemos citar, o caso da vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil em 1808, episódio que é envolto em polêmicas por grupos que não compreendem o desenvolvimento do país, de que seria um avanço do que chamam de colonialismo português sobre o Brasil, uma tentativa de aumentar o poder sobre a colônia brasileira etc. Sendo que o produto principal da presença da chegada da Família Real ao Brasil foi produzir um intenso desenvolvimento do país com a abertura do comércio, a criação de instituições financeiras como a casa da moeda e o Banco do Brasil, a Biblioteca nacional, além do fato que, inevitavelmente transformou o Brasil em sede do governo real, equiparando o status político da nação ao da metrópole portuguesa.

Módulo 1 – Começou o maior curso de todos sobre a história do Brasil

O sociólogo, o historiador e o revolucionário

Em meio a esse panorama extremamente árido, surgem os defensores dos professores universitários como sendo verdadeiros estandartes do marxismo. Nessa primeira aula, o companheiro Rui explicou que esse grupo não é marxista. Acima de tudo, não são militantes revolucionários. E é aí que está a verdadeira diferença. (leia a matéria completa aqui)

 

A importância de um curso como este

Mas, apesar de todas as qualidades que possamos mostrar aqui que tem o conteúdo de um curso de história, de um dos países mais importantes do mundo, sob uma análise marxista, o fato mais importante é que não se trata simplesmente de um curso, mas sim parte de uma luta ideológica que está sendo travada intensamente neste momento entre o imperialismo e a classe trabalhadora brasileira.

O Brasil, como um dos maiores países do mundo, seja no tamanho da sua economia, do seu território, das suas riquezas naturais e do tamanho da sua população, é um dos países centrais para a manutenção do controle do imperialismo sobre o mundo e, particularmente, sobre os países de capitalismo atrasado. E muito desta luta é travada no âmbito ideológico, aonde a burguesia imperialista busca difundir a sua ideologia em diversos campos, nas artes plásticas, na música, na literatura, no cinema, além das políticas oficiais como o ambientalismo, a falácia democrática, as políticas econômicas, o fascismo e uma em especial, o identitarismo, tem sido amplamente financiada para se dedicar a um ataque revisionista constante sobre a história do Brasil.

Os identitários não perdem tempo em atacar a história do país diuturnamente seja criando confusão ou difamando episódios e personalidades importantes da história do país. Como é o caso do ataque ao descobrimento pelos portugueses. Portugal que foi a nação que “pariu” o mundo moderno, que tirou o mundo do obscurantismo do feudalismo, rompendo as fronteiras do mundo desconhecido, iniciando o mundo globalizado, é tratado como um bando de invasores e violentadores de “pobres” índios. Uma visão de gente ignorante que nunca estudou mais do que meia orelha de livro de história do país.

Ataques também à independência do país, que completam-se 200 anos, afirmando “não ter sido uma real independência”, desmerecendo as figuras de D. João VI e, principalmente, D. Pedro I, um verdadeiro herói no Brasil e em Portugal, pelos seus reais feitos, em batalha, inclusive! Mau sabem eles que, se dependesse de D. João VI, o território brasileiro se estenderia a toda a América do Sul.

Estes e muitos outros mitos e revisões estapafúrdias são desmontadas durante o curso, mostrando por vários ângulos diferentes como se deu a construção da nação brasileira.

Por isso destacamos, a todos interessados na luta atual travada pelos países oprimidos contra a burguesia imperialista, a mesma luta da Rússia, da China, de Cuba por exemplo, é a mesma que estamos enfrentando no Brasil pós golpe de Estado, na qual aliás podemos sofrer uma terceira etapa do golpe nas eleições deste ano. Convocamos a todos a se inscreverem, se debruçarem sobre o conteúdo da plataforma da Universidade Marxista que contém textos complementares, verbetes, vídeos, além das aulas, para ter em mãos e em nossas mentes as armas necessárias à luta contra o imperialismo.

Acesse a plataforma da Universidade Marxista e efetue a sua inscrição. Aproveita que temos descontos ainda válidos!

Acesse: www.universidademarxista.pco.org.br

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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