Auto-defesa
À luz da crescente pressão exercida pelas potências imperialistas sobre a China, a mesma adota uma série de medidas necessárias para impedir um golpe do imperialismo contra o país.
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BEIJING, CHINA - OCTOBER 25:  Chinese President Xi Jinping speaks at the podium during the unveiling of the Communist Party's new Politburo Standing Committee at the Great Hall of the People on October 25, 2017 in Beijing, China. China's ruling Communist Party today revealed the new Politburo Standing Committee after its 19th congress.  (Photo by Lintao Zhang/Getty Images)
Xi JInping, atual presidente da China. | Foto: Reprodução.

Há alguns anos, os Estados Unidos e a China iniciaram uma guerra comercial ferrenha, procurando cada vez mais influência sobre o mercado global. O governo dos EUA, notavelmente a administração Trump, tem imposto sanções econômicas unilaterais implacáveis contra o governo de Xi Jinping, prejudicando o comércio do país com demais nações do mundo e promovendo um sentimento extremamente hostil.

Historicamente, o Estados Unidos é conhecido por lutar de forma bárbara, levando sua política às últimas consequências para garantir a sua dominação imperialista sobre o cenário político mundial. Dessa vez não seria diferente. Assim como durante a Guerra Fria, os EUA têm utilizado artifícios verdadeiramente subversivos para manchar a imagem da China frente à comunidade internacional, promovendo certas propagandas ideológicas que são indiscutivelmente asquerosas. Ademais, procura cercar fisicamente o território chinês, por meio da aliança com países próximos da China, como é o caso da Índia, e até mesmo pela invasão de países atrasados da região, como é o caso do Irã.

Mais recentemente, no final de março de 2019, surgiu, em Hong Kong, uma série de manifestações reivindicando a independência da região, além de exigir a expulsão da influência de Pequim sobre o território autônomo. Todavia, o que não foi divulgado e exposto pela mídia burguesa internacional é a verdadeira motivação por trás desses protestos. São, na realidade, atos à favor do imperialismo, voltados para aumentar a influência dos Estados Unidos – principalmente – sobre o território da China. A presença de bandeiras estadunidenses e inglesas já prova esse caráter, além do próprio apoio que essas potências fornecem aos manifestantes.

Com todo o cenário estabelecido, a China, já experiente acerca dos interesses imperialistas sobre seu território, escolheu não ficar imóvel enquanto assistia à crescente da política estadunidense sobre a política asiática. Disso, resultou a chamada Lei de Segurança Nacional, voltada para punir e arrefecer as tensões pró-imperialistas – que de pró-democracia não têm absolutamente nada – na região.

Na última terça-feira (30), a Lei de Segurança Nacional, já ratificada no final de maio pelo plenário do Congresso chinês, foi aprovada pelo Comitê Permanente do Congresso Nacional, o órgão máximo legislativo do país. Com isso, as tensões aumentaram, principalmente por parte da população revoltada – mobilizada pelo próprio imperialismo e seus representantes “diplomáticos” in locus – e de organizações internacionais alegadamente em defesa dos direitos humanos. Vale citar uma frase emitida pelo chefe da ONG Anistia Internacional, Joshua Rosenzweig:

A velocidade e o sigilo com os quais a China adotou essa legislação aumentam o medo de que Pequim tenha criado uma arma de repressão para usar contra críticos do governo […]

É notável o cinismo com o qual o imperialismo emite suas opiniões acerca de países atrasados e seus supostos regimes ditatoriais, principalmente quando utiliza a voz de ONGs e organizações “à favor” dos direitos humanos. Enquanto os Estados Unidos denuncia a situação em Hong Kong, esconde o que acontece em seu próprio território. Lá, manifestações realmente populares contra o regime autenticamente ditatorial dos EUA são recebidas pela polícia e pelo próprio exército.

No fim, é completamente legítimo a iniciativa da China de defender o seu próprio território das vis garras do imperialismo mundial. A famosa democracia estadunidense deve cair por terra e ser, finalmente, desmascarada. O fato é que não existe qualquer tipo de democracia sobre o regime da burguesia, muito menos dentro do território dos EUA. Somente o governo operário pode sanar a destruição que a política neoliberal causa sobre os trabalhadores e pôr um fim, de uma vez por todas, ao regime genocida das grandes potências imperialistas.

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