Federação das Favelas do RJ exige o reconhecimento do governo da Venezuela e repudia Grupo de Lima

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Da redação – A Federação de Favelas do Estado do Rio de Janeiro divulgou hoje (09) uma nota oficial na qual exige do Brasil e dos demais governos fantoches dos EUA na América Latina o reconhecimento da legitimidade do governo de Nicolás Maduro na Venezuela.

“Exigimos que o Grupo de Lima e o governo brasileiro reconheça Nicolás Maduro como presidente da Venezuela assegurando a paz, estabilidade e soberania popular em nosso continente”, diz o comunicado.

O governo de Maduro, que toma posse para o segundo mandato amanhã (10), é mais legítimo do que o de Bolsonaro no Brasil. Maduro tem grande apoio da população, que inclusive está armada para defender o governo contra o golpe da direita promovido pelo imperialismo e por seus capachos, como os governos de direita que compõem o Grupo de Lima.

“O governo de Nicolás Maduro representa a soberania popular e a Revolução Bolivariana iniciada pelo comandante Hugo Chávez. Maduro foi democraticamente eleito com 67,84% dos votos, inclusive com a participação de observadores internacionais durante o pleito eleitoral. Nas ultimas décadas a Revolução Bolivariana tem mostrado que o verdadeiro protagonista e dirigente dos rumos da nação venezuelana é o povo”, afirma também a nota.

A mensagem continua:

“Denunciamos a intenção espúria do Grupo de Lima ao se alinhar aos Estados Unidos em uma clara associação imperialista que visa desestabilizar a Venezuela e saquear sua principal riqueza que é o petróleo.

Exigimos que tanto o Grupo de Lima quanto o governo brasileiro respeitem o princípio de autodeterminação dos povos e procurem o diálogo franco e aberto para solucionar eventuais conflitos entre os países de nosso continente. Devemos estar unidos através do MERCOSUL para rechaçar os ataques do governo de Donald Trump a nossa América Latina. Também devemos buscar aproximação diplomática e comercial às diversas potências do mundo como China e Rússia com o objetivo de alavancar nosso crescimento e desenvolvimento.”