Luta contra imperialismo
Após o golpe frustrado do imperialismo, Miguel Díaz-Canel, relembrou Fidel e declarou neste sábado (05) que o socialismo é a única esperança e alternativa para seu País.
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Venezuela's President Nicolas Maduro speaks next to Cuba's President Miguel Diaz-Canel during their meeting at the Miraflores Palace in Caracas, Venezuela May 30, 2018. REUTERS/Marco Bello
Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, ao lado de Maduro. Unir os povos contra o imperialismo! | Foto: Reprodução

Ameaças constantes de invasão militar, tumultos de mercenários de extrema direita, intensa campanha de desinformação e de calúnias, o governo Cubano combate fervorosamente os ataques do imperialismo ao País. Recentemente, após a tentativa frustrada de um grupo de assalariados da inteligência norte-americana na ilha, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou que o socialismo é a única esperança e alternativa para seu País. Não só para Cuba, o socialismo é a única saída dos povos oprimidos para escapar do jugo do imperialismo mundial.

Neste sábado (5), o presidente, em sua conta oficial no Twitter, lembrou uma frase do líder histórico da Revolução, Fidel Castro, proferida em um discurso em 5 de dezembro de 1988 em Havana. “O socialismo é e será a esperança, a única esperança, o único caminho dos povos, dos oprimidos, dos explorados, dos saqueados; o socialismo é a única alternativa!”

A colocação é justamente para reagir a toda campanha midiática da imprensa burguesa que financiou e caluniou sobre o ocorrido com o Movimento San Isidro. Este grupo, comprovados seus laços fiéis e materiais a agências e representantes de Washington, esteve em uma falsa greve de fome para tentar causar algum tumulto e um avanço do imperialismo contra o povo cubano. 

Entretanto, organizado e com apoio popular, o governo Cubano desmantelou o showmício imperial, inclusive, com muito profissionalidade. Não houve nenhuma repressão e nenhum desaparecido. Mesmo assim, a imprensa imperialista se esforçou para compartilhar calúnias e promover intrigas sobre o ocorrido.  

Saiba mais em: https://www.causaoperaria.org.br/povo-cubano-frustra-tentativa-de-golpe-do-imperialismo/

A título de exemplo, a mídia digital privada e os laboratórios de extrema direita da Flórida já culpam o governo cubano por incitar a “guerra civil” e até exigem uma intervenção militar das forças internacionais lideradas pelos EUA. Segue na mesma linha golpista, o Secretário de Estado, Mike Pompeo, que se pronunciou e condenou “a cruel repressão” do Governo de Cuba ao referido grupo.

Trata-se claramente de uma investida contra o governo Cubano, e, portanto, contra todo o povo que não só votou, mas expulsou o imperialismo do País. Como indicou o Sindicato dos Jornalistas de Cuba (UPEC), em um recente comunicado, o chamado Movimento San Isidro é o início de uma fase aguda da batalha de comunicação contra Cuba.

A ação do governo cubano é taxada de autoritária, quando, na realidade, é extremamente necessária frente ao ataque que o imperialismo tem desferido contra o País. Esse tipo de julgamento é apenas mais uma parte da constante campanha do imperialismo de que todos os países que se opõem à sua dominação são, na realidade, ditaduras fascistas. Finalmente, o imperialismo retém controle de praticamente todo o mundo, com exceção de países como Cuba e Venezuela. Nesse sentido, as medidas tomadas pelo governo cubano são essenciais para impedir que o imperialismo instaure sua dominação sob o país, o que, de fato, representaria, assim como representa em outras partes do mundo, a ditadura da burguesia

Sem perder tempo, demonstrando, mais uma vez, o caráter absolutamente direitista do grupelho; a imprensa burguesa, desta vez materializada sob a forma do Correio Braziliense, foi em defesa do imperialismo. O título do artigo publicado acerca do acontecimento já deixa escancarado seu posicionamento: ‘Havana sufoca grito de liberdade de artistas independentes cubanos”. Como esperar qualquer tipo de viés senão o de lacaio do imperialismo após uma introdução como esta? Deveríamos sugerir que ao invés de “grito de liberdade”, fosse utilizado o termo “ataque imperialista”, além de mudar a caracterização dos “artistas independentes cubanos” para “agentes do imperialismo estadunidense”. Decerto, daria muito mais clareza à situação.

No fim, Miguel Díaz-Canel está mais do que certo de que o ataque a Cuba representa um ataque fundamentalmente contra o socialismo. Afinal, é esta a política do imperialismo: sufocar qualquer tipo de manifestação ou organização democrática da classe trabalhadora, bem como qualquer tipo de uma ideologia que possa se contrapor a sua política neoliberal. E é exatamente isso que Cuba representa, uma ameaça à dominação da política imperialista sobre os países atrasados, o que, por conseguinte, se torna alvo de duros golpes por parte da burguesia imperialista.

Por isso, o socialismo é, de fato, “a única saída dos povos”, como defendido por Miguel. Afinal, a organização operária é a única que pode colocar a frente a luta dos trabalhadores, defendendo genuinamente as reivindicações dos oprimidos. Acima disso, esse tipo de luta política só pode se dar em um ambiente: o partido revolucionário. É, antes de tudo, uma ferramenta da classe operária que está completamente à disposição da mesma, representando um ambiente verdadeiramente independente da burguesia, onde, por definição, é a vontade do povo que se sobrepõe.

Todos em defesa do povo Cubano! O socialismo é a saída e a esperança para todos os povos oprimidos na luta contra o imperialismo!

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