Inimigo dos palestinos
O primeiro-ministro fascista de Israel, Benjamim Netanyahu parabenizou o seu “caloroso” amigo Biden pela vitória eleitoral, o que mostra que não há nada de positivo nisto
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Primeiro-ministro de Israel, o fascista Benjamin Netanyahu | Foto: Reprodução

Não foi preciso esperar por um longo período. Tão logo venceu as eleições presidenciais nos Estados Unidos, o democrata Joe Biden, apoiado não apenas pelo imperialismo mas também por um amplo setor da esquerda nacional e estrangeira contra Donald Trump, já mostra a que veio. O primeiro ministro do estado de Israel, o fascista Benjamin Netanyahu, veio à público para parabenizar a vitória eleitoral de Biden em sua conta no Twitter.

Os parabéns de Netanyahu tem um significado especial, uma vez que o presidente de Israel é considerado por muitos como um dos principais aliados de Trump em todo o mundo. Em sua primeira publicação, Netanyahu, além de parabenizar Biden e sua vice Kamala Harris, revela que possui uma ‘longa e calorosa’ relação pessoal de mais de 40 anos com Biden, ao mesmo tempo em que reconhece que o americano é um “grande amigo de Israel”.

Para que não fiquem dúvidas de quem é Netanyahu, recomendamos ao leitor apenas uma matéria deste Diário. O primeiro ministro é tão direitista que chegou a afirmar que Hitler não queria exterminar os judeus. A afirmação, que em si mesma é esdrúxula, é ainda mais absurda tendo-se em vista que Netanyahu é obviamente um judeu. 

No afã de justificar seu apoio à candidatura Biden, os setores de esquerda que aderiram à esta inglória tarefa apelaram para todo o tipo de argumentos dos mais estapafúrdios. Um dos mais utilizados consistia em dizer que a vitória de Biden seria um duro golpe à extrema-direita não apenas nos Estados Unidos, mas em todo o globo. O tweet de Netanyahu demonstra a completa falsidade deste argumento. “Bibi”, como é chamado carinhosamente, é um presidente sanguinário, que massacra sistematicamente a população palestina e atropela os direitos democráticos não apenas dos palestinos mas também dos israelenses.

O problema evidentemente não é ideológico. Mesmo que não seja tão alinhado ideologicamente com Netanyahu como era Trump, Biden não apenas dará continuidade como deve ampliar a política de Israel contra o povo palestino. Afinal, Israel é o principal ponto de apoio para o domínio imperialista no Oriente Médio.

Na realidade, uma vez que Biden é representante de um setor mais poderoso – e mais agressivo – do imperialismo,  é seguro dizer que a ofensiva contra os países oprimidos de todo o mundo, em especial o Oriente Médio será ampliada. Os falcões, que afiaram suas garras durante os anos do mandato de Trump, estão se preparando para atacar, enganam-se totalmente os que acham que a vitória de Biden é uma derrota para a extrema-direita dos Estados Unidos e mundial.

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