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Relator da privatização dos Correios é aliado do PCdoB

Direita pintada de vermelho

Acusação de “bandido, vândalo, ladrão” é coisa de direita

Elementos capituladores e entreguistas da esquerda fazem acusações caluniosas ao PCO e militantes da esquerda.

Militantes reagindo às provocações tucanas. Ao fundo bandeira da UMES no meio do bloco do PSDB. – Foto: Arquivo PCO

Todo mundo tem um tio ou conhece alguém que sempre se refere a manifestantes como “vagabundos”. E todo mundo sabe que esse tio é bolsonarista. Isso é fato e nem há muito o que discutir.

O ato do dia 3 de julho foi uma imensa vitória das massas não apenas contra o bolsonarismo, mas contra a direita (que “patrocinou” Bolsonaro em 2018) e setores de uma esquerda imbuído do espírito do “tio bolsonarista”.

Os métodos do bolsonarismo e da direita já são conhecidos e não necessitam ser detalhados com tanto afinco. Significam o atraso, o que há de mais reacionário e são a materialização de tudo que se coloca contra os explorados.

Apenas para dar um exemplo, recentemente, o homem que criou a expressão “petralha”, Reinaldo Azevedo, em mais uma das situações onde poderia ficar quieto para poupar a humanidade de tanto chorume ideológico, pede cadeia a quem depredar bancos e instituições financeiras. Reinaldo Azevedo é o “tio bolsonarista” em sua essência.

Mas o que Reinaldo Azevedo, Datena e outras figuras do mesmo naipe dizem, já lhes és esperado. Seria uma surpresa se falassem o oposto.

Surpresa mesmo é ver o mesmo comportamento na esquerda.

Uma parte dela, mais especificamente o PCdoB (veja coluna sobre a última reunião da Frente Brasil Popular), assume o comportamento do “tio bolsonarista”, criando toda uma mitologia sobre um ato isolado onde militantes da esquerda (PCO incluído) tiveram algum entreveiro com gente do PSDB.

Aos companheiros do PCdoB, tão pacifistas e ordeiros como o “tio bolsonarista”, seria interessante que explicassem, antes de repudiar a “violência”, o que estavam fazendo UNE (União Nacional dos Estudantes), UMES (União Municipal dos Estudantes Secundaristas) e JPL (Juventude Pátria Livre ) defendendo o bloco do PSDB no ato.

Se o PCdoB é o “tio bolsonarista” que concorre às eleições, a imprensa progressista (ou que se diz progressista) também teu seu “tio”. O jornalista Renato Rovai, editor e diretor editorial da revista Fórum, é o “tio bolsonarista”.

Utilizando métodos próprios da direita, ao qual os “tios” da esquerda sempre viram com admiração, Rovai e a Fórum reúnem calúnias contra o PCO.

Inspirado pelo jeito Globo de fazer (não-)jornalismo, Renato Rovai cria, com uso de sua mente fantasiosa, uma narrativa onde militantes do PCO teriam agredido moradores sem teto e furtado celulares.

A estória (com “e”, por ser muito fantasiosa) é tão sem pé nem cabeça que a tal testemunha de Rovai tem duas versões sobre o acontecido.

Que pese também a confusão narrativa. Uma hora o PCO “agride” o PSDB. Outra hora “agride” sem teto. Rovai e seus funcionários tentam convencer não a esquerda em si, mas os “tios bolsonaristas” que estão na esquerda.

Deve-se também levar em conta que as falaciosas “agressão” e “furto” foram colocadas em pauta logo depois das pessoas de esquerda presentes nas redes sociais terem manifestado apoio irrestrito aos militantes (e especialmente os do PCO) que colocaram os tucanos para correr.

Baseado não em provas, mas somente em convicções (convicção de ser amigo do PSDB), Renato “Dallagnol” Rovai distorce fatos e cria novos para afastar as alas mais combativas do movimento. Mais do que isso. Rovai cria uma narrativa para legitimar a ação repressiva sobre o movimento como um todo.

Estamos claramente vendo o termidor. Os inimigos do movimento de massas. O objetivo deles nunca foi fortalecer o movimento da esquerda. Pelo contrário, na primeira oportunidade rifarão toda mobilização para aquecerem-se debaixo de lençóis tucanos. E é isso que estão fazendo.

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