União para quê?
Presidentes da CUT e das “centrais” divulgaram nota em que defendem a inútil política de “frente ampla”, que só levou a derrotas
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centrais e alcolumbre
Dirigentes das centrais se reúnem com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre - foto arquivo |

Em mais uma Nota conjunta, divulgada no dia de ontem, a CUT (Central Única dos Trabalhadores) – organização com mais de 4 mil sindicatos, criada como parte da luta efetiva dos trabalhadores por suas reivindicações contra a ditadura etc., se junta a outras entidades, algumas delas claramente vinculadas à burguesia, como Força Sindical (criada pela FIESP, para combater a CUT) e a UGT (ligada ao PSDB) e outras reunindo um pequeno grupo de dirigentes sindicais da esquerda pequeno burguesa, que se somaram à política de divisão da burguesia em construir “suas” centrais artificiais, como a CSP-Conlutas (do PSTU) e as “Intersindicais” (do PSOL e do PCB), para defender a “ampla unidade” com setores patronais e semear confusão, por exemplo, a defesa de uma suposta democracia, cujo resquícios deixou de existir no País, com o triunfo do golpe de Estado, em 2016, apoiado por várias das “centrais” signatárias do documento intitulado “A ampla unidade é essencial na defesa da democracia e dos direitos“.

Luta, não ha nenhuma da parte da imensa maioria desses senhores. Diálogo, só com com a burguesia golpista, pois fecharam os sindicatos para os trabalhadores.

 

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