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Vírus, crise e mais: Rui Pimenta explica hoje a conjuntura nacional
Os reflexos do avanço da pandemia e da crise econômica mundial no Brasil serão analisados hoje, sob um ponto de vista marxista, pelo presidente nacional do PCO.
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Vírus, crise e mais: Rui Pimenta explica hoje a conjuntura nacional
Os reflexos do avanço da pandemia e da crise econômica mundial no Brasil serão analisados hoje, sob um ponto de vista marxista, pelo presidente nacional do PCO.
Funcionários do cemitério de Irajá, no Rio de Janeiro. Foto: Jorge Hely/Estadão Conteúdo.
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Funcionários do cemitério de Irajá, no Rio de Janeiro. Foto: Jorge Hely/Estadão Conteúdo.

1.051.902 infecções, 55.458 mortes e um novo recorde de óbitos em um só dia: 1.169 nos Estados Unidos — esses são apenas alguns dos dados que mostram a situação do pandemia de coronavírus no final dessa semana. No Brasil, a doença também avança rapidamente, embora a ausência de testes impeça uma estatística precisa: 9.056 casos e 359 mortes. A fluidez com que o coronavírus se espalha no país mais importante da América do Sul tem levado a uma série de consequências, que se manifestam tanto na economia, como nas disputas centradas na política nacional. Todas essas questões serão analisadas detalhadamente no programa Análise Política da Semana, transmitido pela internet através da Causa Operária TV e apresentado por Rui Costa Pimenta, presidente nacional do Partido da Causa Operária (PCO).

Após várias tentativas frustadas do imperialismo de tentar abafar a gigantesca crise anunciada pela contaminação generalizada do novo coronavírus, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu, no início de março, classificar a Covid-19 como uma pandemia e passou a pressionar os governantes de todos os países a adotar uma mesma política: a do isolamento social — a famosa quarentena. Essa política rapidamente foi posta em prática em todo o mundo, recebendo a adesão acrítica da esquerda pequeno-burguesa, que, histérica diante da crise, passou a ser a principal defensora da quarentena.

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A política do isolamento social, no entanto, se mostrou como apenas uma forma de os governos pró-imperialistas evitarem uma explosão social de características revolucionárias, ao mesmo tempo em que se eximiam de adotar medidas dispendiosas, como a construção de hospitais e distribuição de medicamentos, e criavam condições mais adversas para a mobilização popular. Diante desse quadro, a Análise Política da Semana vem desempenhando um importante papel no sentido de polemizar com esses setores da esquerda nacional, esclarecendo que é necessário ter uma política para enfrentar os capitalistas e exigir um conjunto de reivindicações que permitam aos trabalhadores sobreviver à crise e à pandemia.

Com o passar das semanas, a necessidade de se travar uma luta política ficou ainda mais evidente. Sem qualquer pudor, o governo Bolsonaro destinou mais de um trilhão de reais aos bancos, mandou todos voltarem a seus postos de trabalho para serem contaminados pelo coronavírus e se negou a dar qualquer tipo de auxílio aos trabalhadores prejudicados pela estagnação da economia. No entanto, isso, ao invés de favorecer para que as organizações de massa se propusessem a mobilizar a população contra os representantes da política neoliberal, levou às alas mais direitistas da esquerda nacional a forjar acordos com o “centrão”, isto é, os partidos e políticos tradicionalmente vinculados à burguesia — desde vigaristas com demagogia de tipo nacionalista como Ciro Gomes (PDT) a fascistas com características psicopatas como João Doria (PSDB).

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Para uma discussão aprofundada sobre esses assuntos, partindo de uma ótica marxista, não perca o programa Análise Política da Semana, hoje (4), na COTV. O programa vai ao ar, ao vivo, às 11h30 e continua disponível no canal da COTV.

 



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