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Nesta terça-feira, milhares de profissionais da educação paulistana e servidores municipais das áreas de saúde, assistência social, entre outros estiveram novamente presentes em frente à Câmara Municipal de São Paulo para protestar contra a Sampaprev e o aumento da contribuição previdenciária dos servidores municipais, dos atuais 11% para até 19%, organizado pelo governo fascista de João Doria.

Segundo o sindicato da categoria, o Sinpeem, mais de 80 mil compareceram à assembleia, que completava o seu 13° dia de paralização que cresceu dia após dia. E os milhares de funcionários decidiram por unanimidade manter a greve.

Frente à enorme pressão e mobilização da categoria, que numa greve muito combativa, todos os dias em várias regiões da cidade realizam inúmeros atos regionais, pressionam vereadores coxinhas nas suas bases eleitorais a retirarem o PL da Câmara. Os vereadores com medo da enorme mobilização e da crise gerada por esta mobilização que afirma em todas as assembleias e atos que: “Se votar, não volta!”, apesar de na véspera terem marcado várias sessões extraordinárias, para em uma delas tentarem aprovar o grotesco projeto de reforma da Previdência municipal, vendo a força da mobilização já nas primeiras horas da manhã e início da tarde desmarcaram todas as sessões, encerrando os “trabalhos”.

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