Combate à pandemia
Enquanto aqui no Brasil só se fala em vacinação, nossa vizinha bolivariana já se organiza concretamente para começar a imunização da sua população
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Vice-presidenta venezuelana, Delcy Rodríguez na oficialização do acordo com embaixador russo | Foto: Reprodução
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Vice-presidenta venezuelana, Delcy Rodríguez na oficialização do acordo com embaixador russo | Foto: Reprodução

Fica cada vez mais difícil ocultar a eficiência do combate venezuelano à pandemia de Covid-19. Contrariando as expectativas da burguesia mundial, o governo Nicolás Maduro agiu rápido e vem conseguindo um desempenho exemplar na administração da crise sanitária.

Portos e aeroportos passaram a ser monitorados antes mesmo de aparecerem os primeiros casos positivos no país. O governo venezuelano comprou testes e equipou centros hospitalares para tratar dos pacientes afetados pela doença. O controle só não foi mais eficiente justamente pela entrada de pessoas infectadas pelas fronteiras com Colômbia, Equador e Brasil.

Atualmente, a Venezuela diagnosticou 113.562 casos positivos de Covid-19. Os registros de casos recuperados somam 107.583 e falecidos 1.028. Para se ter ideia, a vizinha Colômbia já ultrapassou as 40 mil mortes pela doença, o pequeno Equador se aproxima dos 15 mil e o Peru já acumula quase 25 mil falecidos em decorrência da Covid-19.

Mais além das medidas sanitárias, o governo tomou medidas de proteção social. A proibição das demissões até o final de 2020 e a isenção nas contas de água, luz e alugue foram algumas das medidas que permitiram que a população aderisse a uma quarentena de verdade. Isso permitiu inclusive que a Venezuela passasse a flexibilizar a quarentena com segurança.

Sob duro embargo econômico imposto pelos EUA, para fazer frente à pandemia a Venezuela estabeleceu importantes parcerias com Cuba, Irã, China e Rússia. A China, por exemplo, atendeu rapidamente o pedido por kits de testes rápidos, materiais hospitalares e itens de higiene. Cuba forneceu medicamentos e profissionais para tratar os afetados pela doença, como já havia feito com a China logo no início da pandemia.

A contribuição iraniana veio no abastecimento de suprimentos e precisou ser organizada uma verdadeira operação de guerra para impedir que os navios iranianos fossem interceptados pela marinha estadunidense.

Já em outubro, a Venezuela participou da fase 3 dos ensaios clínicos da vacina russa Sputnik V e agora firmou um acordo para vacinar dez milhões de pessoas, cerca de um terço da sua população. E essa é apenas a primeira fase do plano de vacinação venezuelano.

Enquanto crackeiros eleitorais da esquerda procuram fazer coro com a direita e taxar a Venezuela de ditadura, os resultados políticos e sociais do nosso país vizinho mostram justamente as vantagens de um governo com fortes inclinações em favor da população pobre. Por outro lado, os governos capachos dos EUA aqui na América Latina não obtiveram ajuda nenhuma do país mais rico do mundo, que até agora já acumula mais de 350 mil mortes por Covid-19. Um sintoma claro da falência do sistema capitalista.

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