Venezuela contra o coronavírus
Nicolás Maduro, anunciou que seu governo assinou “documentos de confidencialidade” para testar as vacinas da Rússia e de Cuba em pacientes venezuelanos.
FILE PHOTO: Venezuela's President Nicolas Maduro speaks during a news conference at Miraflores Palace in Caracas, Venezuela, March 12, 2020. REUTERS/Manaure Quintero/File Photo
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela | Foto: reprodução
FILE PHOTO: Venezuela's President Nicolas Maduro speaks during a news conference at Miraflores Palace in Caracas, Venezuela, March 12, 2020. REUTERS/Manaure Quintero/File Photo
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela | Foto: reprodução

Nesse domingo, 6, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que seu governo assinou “documentos de confidencialidade” para testar as vacinas da Rússia e de Cuba em pacientes venezuelanos.

“Nossa prioridade é a vacina. Com os russos, com os cubanos, com os chineses já assinamos os documentos de confidencialidade e a qualquer momento vamos anunciar o início dos testes das vacinas russa e cubana na Venezuela, em pacientes venezuelanos”, afirmou Maduro, durante ato em Caracas.

Ainda segundo o mandatário venezuelano, “essa é a prioridade, a vacina, começar a trabalhar nisso para que a gente, no médio prazo, possamos ter a vacina sem rodar, sem demagogia”.

Maduro destacou ainda que o fato de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, ter dito que o país norte-americano deve começar a campanha de vacinação no fim de outubro, denota uma clara estratégia eleitoral.

“Quando dizemos que temos a vacina, começa a ser aplicada naquela data, a vacina começa a ser aplicada com segurança, isso é uma prioridade”, ratificou.

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