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Da redação – Hoje (10) a tarde, 94 delegações internacionais participaram da cerimônia de posse do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que inicia seu segundo mandato enfrentando as pressões do imperialismo e de seus regimes fantoches na América Latina.

Estiveram presentes os presidentes de Cuba, Miguel Díaz-Canel; da Bolívia, Evo Morales; da Nicarágua, Daniel Ortega; de El Salvador, Salvador Sánchez Cerén e da Ossétia do Sul, Anatoli Bibilov.

Além disso, também compareceram o primeiro-ministro de Belarus, o vice-presidente da Turquia, o secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), o embaixador da Liga Árabe no Brasil, o ministro da Agricultura da China, o vice-presidente da Câmara Alta do Parlamento russo e o ministro da Defesa do Irã.

Também estiveram presentes membros de outras delegações da América Latina, como Uruguai, México, Granada, Antigua e Barbuda e São Cristóvão e Neves, além do presidente da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (CELAC).

O presidente do Movimento dos Países Não-Alinhados (MNOAL) e representantes de diversos países árabes e africanos também marcaram presença na posse de Maduro.

Do Brasil, estiveram na posse a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, e o líder do MST, João Pedro Stédile.

O governo de Maduro é reconhecido por dezenas de países do mundo, incluindo alguns dos mais importantes na geopolítica mundial, como China, Rússia e Irã. A imprensa capitalista ecoa a propaganda do imperialismo de que o governo Maduro não é reconhecido por ninguém, apenas porque seus patrões dos EUA não reconhecem e obrigam seus vassalos como o governo golpista de Bolsonaro a seguirem sua política.

De fato, a China, por exemplo, enviou um representante mais importante para a posse de Maduro do que enviou para a de Bolsonaro, quando veio o vice-presidente do Parlamento.

Na posse de Bolsonaro, compareceram somente representantes de governos golpistas, de extrema-direita e capachos do imperialismo, com exceção de Evo Morales. Na posse de Maduro, foram os representantes de governos minimamente nacionalistas, soberanos e anti-imperialistas, demonstrando um nível maior no que responde à luta de classe a escala mundial.

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