1.200 leitos
Anúncio feito pelo presidente Nicolás Maduro no dia da saúde
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maduro
Presidente venezuelano Nicolás Maduro | Foto: Marcelo Garcia/Presidência da Venezuela/AFP

Em 31 de julho na última sexta feira, foi anunciado pela imprensa nacional venezuelana a instalação
de um hospital intermediário de campanha na capital Caracas. O hospital será destinado a tratar
pacientes com o novo coronavírus. De acordo com informações divulgadas pela rede nacional, o
hospital possui um total de 1.200 leitos, que serão divididos entre duas áreas: uma interna e outra
externa. A divisão é necessária para atender adequadamente os diferentes sintomas ocasionados pela
doença, desde casos mais leves até pacientes com um quadro mais grave. Na área externa dedicada
a triagem dos pacientes, foram localizados 900 leitos para receber pacientes assintomáticos, sendo
que no interior há 300 unidades para atender pacientes com sintomas leves. O hospital tem como
objetivo garantir o atendimento adequado e gratuito aos pacientes.

Segundo o ministro da saúde, Carlos Alvarado, o hospital de campanha é o maior já instalado na
Venezuela. O atendimento no hospital receberá o apoio de 82 médicos e enfermeiros da terceira
brigada Ernesto Che Guevara da Missão Médica Cubana. O hospital terá também uma unidade de
terapia intensiva (UTI), além de 13 ambulâncias para transportar os pacientes em estado grave para
hospitais.

Na mesma data em que foi anunciado o hospital, o presidente Nicolás Maduro divulgou um balanço
da situação da pandemia no país. De acordo com o presidente, nas últimas 24 horas foram relatados
715 casos positivos para o novo coronavírus. Destes, 664 casos foram de transmissão comunitária e
51 casos foram vinculados a imigração. Atualmente, a Venezuela conta com 18.754 casos que
testaram positivo para o novo coronavírus e 164 óbitos provocados pela doença, desde o início da
pandemia no país. Enquanto isso, a Colômbia já relatou 286.000 casos de pacientes infectados, o
que representa um número bastante superior ao identificado na Venezuela. Ainda de acordo com o
presidente, é preciso um movimento conjunto do Brasil e da Colômbia para estabelecer mecanismos
de combate a pandemia:

“Se tivéssemos apoio de saúde do lado colombiano, não haveria esse problema de que criminosos,
paramilitares, grupos de narcotráfico, contrabandistas, grupos dedicados ao tráfico de pessoas estão
ultrapassando dezenas de centenas de venezuelanos que estão fugindo de Colômbia”.

A situação na Venezuela em relação a pandemia, contrasta com a política levada a cabo em outros
países como os Estados Unidos e também o Brasil. Tal situação é resultado direto da política do
governo Maduro, um governo popular e portanto com mais condições de enfrentar as ofensivas
capitalistas contra a saúde e o povo. A Venezuela atualmente é o país que mais testa na América
Latina, além disso, o governo tomou uma série de medidas trabalhistas e de enfrentamento a
doença. Algo totalmente diverso da política do governo bolsonarista. Enquanto há o crescimento do
número de casos no Brasil, a política levada adiante pelo presidente brasileiro é de ataque aos
trabalhadores.

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