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Da redação – A empresa japonesa Modec, que opera a unidade da plataforma FPSO Cidade do Rio de Janeiro, na Bacia de Campos, verificou “a presença de óleo no mar, com volume estimado em 6,6 metros cúbicos, além do vazamento identificado e já recolhido de 1,2 metro cúbico”. A Petrobras confirmou o fato.

Segundo informações da Agência Brasil, “conforme a Petrobras, a Modec informou, que desde o início da ocorrência, foi constatado o aumento na extensão das trincas'”.

Estão sendo necessários sete embarcações, além de quatro de apoio e um helicóptero para o recolhimento e dispersão do óleo vazado.

Vale ressaltar que a culpa de mais essa desgraça ambiental e econômica é culpa do neoliberalismo, de sucateamento da Petrobras e privatização. A unidade está fora de operação desde o ano passado para processo de descomissionamento (desativação da unidade) no campo de Spadarte. O navio corre o risco de afundar e por isso mais de 100 trabalhadores foram retirados da embarcação. Foi identificado um rasgo de cerca de um metro de profundidade, o que provocou o aumento do volume de água nos tanques.

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