Sputnik V
Apesar de toda a campanha contra a vacina Sputnik V, a vacinação em massa já deve começar em Moscou no próximo sábado (5)
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Sputnik V é vacina mais barata e eficaz das que já estão em fase de testes | Foto: Reprodução

Desde os primeiros sinais de que o novo coronavírus se tratava de uma pandemia mundial começaram os esforços para que se fosse encontrada a formula mais eficaz de imunização o mais rápido possível, entre vacinas e remédios de maior eficácia para o tratamento dos doentes. O coronavírus se tornou um grande desafio a ser superado em todos os países do mundo, e assim como todas as questões que envolvem a economia mundial a corrida pela vacina se tornou também uma questão política e econômica nas maiores potências capitalistas.

Mas ao contrário do que era esperado, não foi uma grande potência imperialista que apresentou ao mundo a primeira vacina registrada para imunização contra o coronavírus, mas sim a Rússia, ao apresentar a Sputnik V, o que gerou uma série de desconfianças vindas dos grandes imperialistas e uma forte campanha para que a vacina não pudesse ser adquirida por outros países, pois ainda faltariam fases de testes e comprovação mais concreta da eficácia da vacina, além do registro pelo governo russo. Apesar de toda a campanha, os testes com a vacina em 45.000 voluntários chegaram a uma eficácia de 95% na produção de anticorpos pelos voluntários, e a partir de sábado (5) a capital Moscou começa com as primeiras vacinações em massa.

Mesmo com toda a propaganda imperialista sobre a suposta ineficiência da vacina, pelo menos 40 países já expressaram interesse em adquirir a Sputnik V e começaram os testes em suas populações, e as autoridades russas declararam que já foram produzidas quantidades suficientes para imunizar 1,2 bilhões de pessoas. Além de eficácia maior, a vacina Sputnik V também é mais barata que as outras produzidas e que já estão em período de testes, onde o custo por habitante é de U$10.

Enquanto isso, o Brasil continua com as incertezas e a imunização da população virou uma guerra política entre governo federal e governadores como João Doria (PSDB – SP), ou seja, a imunização dos trabalhadores brasileiros está sendo inviabilizada pelas questões políticas e conflitos existentes dentro da própria burguesia. Os prazos estão sendo adiados, testes com outras vacinas estão sendo mal administrados e o incentivo para que o próprio Brasil pudesse desenvolver a sua vacina também não chegou.

O governo que já entregou nas mãos dos banqueiros mais de um trilhão de reais em plena pandemia trata com verdadeiro descaso a situação dos brasileiros, enquanto caminhamos para a marca de 200.000 mortos e voltando a bater recordes de infectados e de mortes, fora todo o jogo político que está envolvido em não adquirir uma vacina como a Sputnik V, afinal isso iria contra a política do governo Bolsonaro de ser um verdadeiro serviçal às nações imperialistas.

Está claro que para finalmente conseguir a cura e superar a crise de saúde grave decorrente do coronavírus os trabalhadores precisam se livrar e derrubar o governo que deixou que a situação perdesse o controle, para superar a pandemia e todas as mazelas que o trabalhador está sendo submetido é necessário lutar pelo Fora Bolsonaro.

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