Luta pela Terra
É preciso expropriar todos os monopólios imperialistas que roubam a terra do povo brasileiro
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Placa em frente a fazenda da Caracol, em Cotegipe. Photo: Mongabay |

Após ebulição da crise de 2008, o capital financeiro internacional lançou-se numa corrida pela compra de terras nos países atrasados; meio de investimento mais e seguro e ao mesmo tempo também rentavel. O Brasil é um dos países preferenciais do especuladores e das companhias financeiras atuantes nesse mercado; o impacto sobre a população nacional, no entanto tem sido terrível.

A Universidade de Harvard, nos EUA, tem se destacado nesse ramo investimento imperialista. A Universidade já despendeu mais de $ 1 bilhão de dólares e controla mais de 1 milhão de hectares em todo o mundo. No Brasil a Harvard é detentora de pelo menos 168 mil hectares de terra em pelo menos 40 propriedades, em especial no norte e nordeste do país.

A universidade para burlar a lei brasileira que restringe a quantidade de terras podem ser compradas por estrangeiros, desenvolveu um esquema complexo, mas, sobretudo, através de financiamento direito de subsidiários: Insolo Agroindustrial S / A, Gordian Bioenergy (GBE) e sua filial, a Terracal e a Caracol Agropecuaria LTDA, proprietárias das terras.

A ação predatória se confirma com inúmeras denúncias de grilagem violenta, expulsão de agricultores e quilombolas de suas terras promovido por pistoleiros, desmatamento, queimadas e inclusive assassinato.

Para exemplificar, o município de Cotegipe, na Bahia 249 famílias lutam para reaver suas terras, das quais foram expulsos por pistoleiros. A Caraco, por volta de 2010, reivindicou a terra, a qual era do Estado e que as já famílias haviam se estabelecido a mais de 20 anos. Configura-se também flagrante crime já que a extensão da propriedade ultrapassa os limite de 25% de território de município permitidos serem vendidos a estrangeiros, alcançando cerca de 35% do território de Cotegipe.

O Estado da Bahia interveio e 2014, o procurador responsável pelo caso, Estácio Dourado Marques concluiu que a empresa adquiriu a propriedade “de formas fraudulentas, irregulares e, portanto, ilegítimas”, destacando as “Irregularidades absurdas” e a “preocupantes agressões ambientais”, assim como expulsão violenta dos trabalhadores. O procurador em fala em assassinato de um homem em sua denúncia.

Evidentemente que tal denúncia não resultou em nada e as famílias que ainda reivindicam sua terra permanecem sem ela. Esse modus operandi se estende, evidentemente para os outras propriedade da Universidade, em último caso.

A MP 910, que regulariza a grilagem, permitindo que uma extensão gigantesca de terras griladas e de crimes cometidos por latifundiários e monopólios seja tornados tornados legais ou perdoados interessa sobremaneira não só aos latifundiários nacionais mas aos monopólios capitalistas que procuram controlar grandes extensões de terras, seja para produção, seja para especulação e arrendamento, no país.

É preciso se opor radicalmente a essa MP assim como o governo de traidores que a propõem. é preciso lutar pela reforma agrária; pela expropriação dos latifúndios e a de todos os monopólios internacionais em operação no país. O primeiro movimento nesse sentido é lutar pela derrubada deste governo serviçal dos monopólios imperialistas e dos latifundiários assassinos dos povo do campo.

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