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Os jornais golpistas apresentaram notícias de que a defesa do ex-presidente Lula estaria articulando junto a alguns ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) a votação do habeas corpus em plenário da Corte. Uma parte dos órgãos da imprensa de esquerda seguiram essa ideia, como se a situação de Lula estivesse resolvida.

Logicamente que é impossível saber exatamente o que se passa dentro da Corte e dentro da cabeça de cada um dos ministros. É claro também, que existe uma pressão no seio da burguesia para que se resolva logo a questão. Essa tensão ficou bem expressa na declaração de Carmen Lúcia na revista Istoé desta semana de que a a Corte nunca esteve tão tensa. Essa tensão é resultado do abalo político do regime golpista que vem se aprofundando na luta política em torno de Lula e que deu um salto com o assassinato da vereadora do PSOL do Rio de Janeiro, Marielle Franco. Um setor da burguesia não tão aliado ao golpe percebeu a crise e procura ganhar espaço dentro do regime.

Esse aspecto da situação, embora seja importante, não deve ser levado em conta isoladamente para que se chegue a determinadas conclusões. As coordenadas políticas gerais ainda indicam muito claramente que a tendência do Judiciário golpista é colocar Lula na cadeia. Não se deve ter dúvida disso. A direita precisa prender Lula e esse é o objetivo de sua política.

É preciso inclusive ter claro que a crise do regime é causada em grande medida pelo aumento da reação ao golpe e ao aumento da temperatura política no País. Isso significa que  se há alguma mínima mudança na situação ela foi provocada pela ação das massas, ainda que muito latente, e não pela mudança de consciência de um setor da burguesia.

Por isso, a única garantia que se pode ter é a mobilização. Sair às ruas no dia 26 para impedir a prisão de Lula é o primeiro passo para de fato impedir que o ex-presidente seja preso. Já está mais do que claro que a política do Judiciário e dos golpistas é prende-lo. Está claro que o caminho para a derrota é apostar em manobras institucionais. É preciso organizar um enorme ato e chamar os trabalhadores às ruas.

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