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Os atos dessa quarta-feira, dia 15 de maio, reuniram mais de 1 milhão de estudantes, trabalhadores da Educação e diversos outros setores, em centenas de cidades espalhadas por todo o País.

Ao manifestações contaram, não apenas com um dia de luta contra os ataques à Educação, mas também com palavras de ordem pelo “Fora Bolsonaro” e em favor da liberdade do Lula. Elas foram resumidas pela presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes), Marianna Dias, que participou do ato realizado na Avenida Paulista, em São Paulo, como “o início do gosto amargo que o Bolsonaro vai sentir”.

Diante da repercussão dos atos do Dia 15, a UNE anunciou que daqui a duas semanas está marcado um novo dia de manifestações contra os cortes na Educação. Essas novas manifestações estão previstas para ocorrerem na quinta-feira, dia 30 de maio.

Sobre os protestos que acontecerão no dia 30, a presidente da UNE ainda declarou o seguinte: “Precisamos mostrar para o Bolsonaro e para o Brasil a força dos estudantes e do povo”.

É preciso dar sequência e ampliar a mobilização estudantil, por meio de uma ampla mobilização nas universidades e escolas. Realizar assembleias em todos o País, organizar passeatas, atos, festivais e todo tipo de atividade de campanha, preparando a ocupação das unidades até que as reivindicações da juventude e dos trabalhadores sejam atendidas.

Os próximos atos, a exemplo do dia 15, não devem se limitar à defesa da Educação, ou à categoria dos estudantes, mas devem ser conduzidos a um nível mais amplo: devem unificar os trabalhadores, a população em geral, os diversos setores e organizações em torno da retirada do Bolsonaro da presidência, da campanha pela libertação imediata do Lula e pela convocação para novas eleições gerais, com Lula candidato.

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