Expostos ao Covid-19 e a fome
A miséria elevará os números de mortes, tanto pela fome, como pela contaminação do Coronavírus, a população pobre do país
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Principais interessados na campanha da vacina, com vistas às eleições de 2022 | Foto: Reprodução
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Principais interessados na campanha da vacina, com vistas às eleições de 2022 | Foto: Reprodução

O governo golpista do fascista Jair Bolsonaro está levando o povo à inanição e a carestia devido ao desemprego que ultrapassa os 50% e a falta de quaisquer condições de vida, e levando com que um terço da população pobre não tenha um único centavo para comprar sequer alimento, nesse período de pandemia.

Conforme dados levantados pela Organização das Nações Unidas (ONU) através do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) com o Ibope Inteligência mostra que as famílias brasileiras mais pobres, das classes D e E, tiveram as piores quedas de renda ficando em maior situação de insegurança alimentar devido à pandemia da Covid-19. Segundo o relatório, 30% desses lares deixaram de ter comida em algum momento de julho a novembro. No entanto, esses números podem se ainda muito maiores, uma vez que, tanto a UNICEF, quanto o Ibope, da mesma forma que o governo manipula os dados dos contaminados e mortos pelo covid-19, essas organizações tendem a minimizar o tamanho da hecatombe existente no país.

A pesquisa diz ainda que: ,”além disso, entre todas as classes sociais, as famílias com crianças e adolescentes foram as mais atingidas: 61% viram seus rendimentos domiciliares minguarem”.

Se utilizando de uma campanha sórdida, que poderá levar à contaminação e morte milhões da população mundial, em beneficio dos capitalistas, para que seja aprovada de qualquer forma a volta às aulas, como forma de enriquecer ainda mais o comércio e a indústria, inclusive os monopólios da indústria farmacêutica, a UNICEF, endossada com o Ibope, que tradicionalmente manipula seus dados, coloca que a insegurança alimentar e de renda ainda refletiu em menos estudantes com acesso às atividades escolares, e mais crianças e adolescentes com sintomas relacionado à saúde mental. Com base nos “impactos Primários e Secundários da Covid-19 em Crianças e Adolescentes”, lançada nesta sexta-feira (11), mostra que os impactos econômicos e sociais da pandemia se agravaram no segundo semestre. O relatório foi elaborado a partir de 1516 entrevistas com pessoas de todas as regiões do Brasil.

Ainda segundo a UNICEF, de julho a novembro, o percentual de pessoas que declarou que deixou de comer porque não havia dinheiro para comprar mais comida passou de 6% para 13%. Isso é ainda mais grave entre pessoas de classe D e E, em que 30% deixaram de comer em algum momento porque não havia dinheiro para comprar mais comida.

Em outro levantamento realizado no mês de maio, divulgado pela golpista Folha de São Paulo, com base em pesquisa realizada nos dias 20 e 21 de abril, a situação era de que em março e abril, início da pandemia a situação era de que 51% dos brasileiros das classes D e E, com renda per capita de até R$ 500, perderam metade ou mais de suas rendas, em um contingente de 58 milhões de pessoas.

Entre elas, 24% declararam ter ficado sem renda nenhuma durante a pandemia, realidade que, segundo o levantamento feito à época era mais de 13 milhões de brasileiros que integram essas classes, segundo o Plano CDE, consultoria especializada em projetos sociais e políticas públicas.

E depoimentos de trabalhadores que perderam o emprego e não conseguem mais entrar no campo de trabalho, foram relatados que uma família de quatro pessoas está sobrevivendo com um pouco mais do miserável salario mínimo, que corresponde à R$ 1.045,00.

O caos instaurado no país

Diante do quadro de miséria em que os governos genocidas que, preocupados em disfarçar de “científicos”, preocupados com a saúde da população, que não conseguem sequer dar o mínimo de segurança à população pobre, como dizem, as classes D e E, cuja renda é de R$ 500,00 e não passa de um pouco mais de um salário mínimo e que corresponde, em maio de 2020, a 58 milhões e, também, naquele período, 51% desse contingente de miseráveis tinham perdido mais da metade de seus rendimentos e 24% ficaram completamente sem nenhuma renda, e hoje esse número teve um acréscimo de 37,% passando a ser mais de 31%, ou seja, um terço, elevando a situação de miserabilidade, mas também à vulnerabilidade da população pobre que, consequentemente, estão morrendo em casa, de fome e devido ao coronavírus, devido ao descaso desses assassinos do governo, tais como o governador de São Paulo João Doria Jr. do golpista do PSDB, o estado com o maior número de mortos e contaminados do Brasil, Wilson Witzel, que foi afastado do cargo de governador do Rio de Janeiro por irregularidades, inclusive a suprimentos e hospitais de campanha, e agora o seu interino Claudio castro que segue a mesma política de deixar a população à própria sorte, Ibaneis do Distrito Federal, Zema de Minas Gerais, bem como o fascista Bolsonaro que, apesar da situação catastrófica que se encontra o país, cinicamente diz que a pandemia está acabando. Ou seja, está não acabando, mas aumentando e os dados mais recentes mostram que ontem o numero de mortos estavam em mais de 181 mil mortos e perto de sete milhões de contaminados.

A utilização da pandemia e da miséria do povo

Diante dessa situação de caos, Doria em conjunto com os meios de comunicação golpistas faz uma enorme propaganda de que será feita uma intensa campanha de vacinação com a CoronaVac em janeiro, e Bolsonaro tentou antecipar anunciando o uso do imunizante da Pfizer ainda em dezembro.

Ambas as campanhas são insuficientes, primeiro pelo pequeno número de pessoas que será vacinado, segundo pela falta de comprovação científica sobre os efeitos que podem causar. A corrida pela vacina se tornou uma queda de braço para 2022. Bolsonaro no desespero cogita confiscar a CoronaVac de Doria.

Doria está trilhando seu caminho para ser o Biden do Brasil, porém se houver a remota chance de a esquerda ganhar em 2022 através de Lula, e precisar se unir em torno de Bolsonaro, Doria será o primeiro a botar a fantasia de Bolsodoria de novo e ir à imprensa para pedir votos a seu atual adversário.

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