Em um artigo publicado pelo jornal Le Monde e traduzido pelo portal Carta Maior, o historiador Zeev Sternhell mostra as semelhanças de tratamento que os palestinos recebe do Estado de Israel e do tratamento que os judeus recebiam do regime nazista de Hitler.

As semelhanças que o historiador aponta são: o não reconhecimento dos direitos humanos e cidadãos, não reconhecimento do direito à liberdade e independência dos palestinos, tratados como seres de segunda classe.

O historiador aponta também que o Estado de Israel não reconhece o direito dos palestinos de reivindicar terras nem o direito ao voto. Sternhell também vê semelhanças do Estado de Israel com regime de apartheid da África do Sul.

O Estado de Israel não é nada mais, nada menos do que um enclave imperialista no Oriente Médio. Todo o discurso dos sionistas de que os judeus tem como lar sagrado, de acordo a bíblia, o “Eretz Israel” (Terra de Israel) não passa de um pretexto para que o imperialismo, principalmente o norte-americano, controle o Oriente Médio para roubar as suas riquezas como o petróleo.

Israel é um estado sionista, uma ditadura pró-imperialista. O modo como Israel faz para tornar realidade a chamada terra prometida, como, por exemplo, a expulsão dos palestinos na Cisjordânia para construir colônias judaicas, é muito semelhante com a ideia de “espaço vital” que os nazistas usavam para tomar territórios nacionais de outros países durante a Segunda Guerra Mundial.

É preciso defender não só direito da existência do Estado Palestino, como também o fim do Estado sionista de Israel. É preciso derrotar o imperialismo e seus aliados sionistas, para por de pé um estado palestino multinacional, laico, com tolerância religiosa, onde todas as nacionalidades possam conviver naquela região.

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