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A mineradora Hydro Alunorte admitiu que fazia “despejo controlado” nos rios e igarapés de Barcarena, cidade do nordeste do Pará. Após a repercussão das denúncias contra a empresa na segunda quinzena de fevereiro, o Instituto Evandro Chagas fez coleta em dois pontos do rio Mucurupi concluindo a contaminação por chumbo. Um novo relatório sobre o impacto da contaminação deverá ser publicado na próxima semana, segundo o pesquisador do instituto.

O primeiro laudo demonstrou contaminação por bauxita e soda cáustica. Marcelo Lima, um dos pesquisadores responsáveis pelo laudo denunciou: “A empresa fez uma ligação clandestina para eliminar esses efluentes contaminados que estavam acumulados dentro da fábrica para fora da área industrial, contaminando o meio ambiente e chegando às comunidades.”

A comunidade havia realizado uma série de protestos denunciando essa situação desde o ano passado. À época Ismael Moraes, advogado ambientalista, denunciou em um blog local ameaças do capitão da Polícia Militar da cidade contra as lideranças populares à frente dos protestos. A situação piorou com as fortes chuvas de fevereiro o que colocou em evidência as práticas criminosas da empresa.

Desde então, os crimes da Hydro continuam impunes e a empresa está livre para continuar a destruir a vida dos moradores. A única medida adotada pelo poder público contra a multinacional até agora foi a interdição parcial da produção, ou seja, a Hydro continua livre para poluir as águas de Barcarena.

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