Jornal marxista
Os fascistas e a esquerda pequeno-burguesa se mostraram, cada qual a sua maneira, avessos a uma política revolucionária para os trabalhadores
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Uma imprensa operária faz história | Foto: Arquivo DCO

Na última semana, este Diário esteve presente no meio dos acontecimentos políticos de maior relevância. Primeiro, o ataque que sofreu de hackers (19/7) que invadiram o site e destruíram um acervo de 4.500 artigos, além da própria estrutura do site que vem sendo recuperada rapidamente, em um ataque de característica indubitavelmente fascista. Foi uma tentativa clara de destruição total do site e de toda a memória política que traz em seu acervo, além de, principalmente, tentar barrar a intervenção de uma política revolucionária para colocar Bolsonaro para fora e derrubar o golpe de Estado.

Seguidamente, o ataque da própria esquerda pequeno-burguesa, que devido ao método do Diário Causa Operária de criticar com base em fundamentos, usando exemplos de conhecimento público, para denunciar a presença de políticas oportunistas no movimento de luta dos trabalhadores, incomoda justamente esses oportunistas de plantão. O caso mais notório é o de Guilherme Boulos, pré-candidato à prefeitura de São Paulo pelo Psol.  

Mesmo com a soberba de um típico pequeno-burguês acovardado, dizendo que o Diário é um “folhetim” e que seus colaboradores e os militantes do PCO eram um punhado em uma kombi com duas bandeiras, o candidato teve que responder as críticas feitas aqui. Mas não do modo sério, com argumentos, mas da maneira típica da burguesia e da pequena-burguesia: com insultos, calúnias e colocando a crítica no campo da ilegalidade com a acusação de “fake news”. Nada mais reacionário.  

O insulto vem antes da tentativa de argumentar, como um bom pequeno-burguês, nos chamando de “kombi” e “folhetim”. Mesmo a soberba não disfarça a ignorância, já que o que queria ser dito era que o DCO era um “pasquim”. Um jornal marginal, suburbano, de gueto. Mesmo que Boulos não tenha jornal nenhum… nem um pasquim. E o que ele tem, como foi dito pelo companheiro Rui Costa Pimenta é um: “jornal para o qual ele trabalha, e não que trabalha para ele”. Porque jornal para Boulos é aquele financiado pela burguesia golpista. Até porque é lá mesmo que ele recebe seu palanque.  

A calúnia é uma espécie de raciocínio lava-jatista de esquerda. O DCO critica o sr. Boulos não porque ele está querendo ressuscitar os golpistas da cova com a “Frente ampla” e desmobilizar os setores populares com o amarelismo da “democracia”, mas porque estamos sendo pagos por bolsonaristas, segundo ele. Nada mais rasteiro e infantil para quem se pretende ser um “grande líder das massas”. E fecha com chave de ouro ao dizer que a crítica é uma “notícia falsa”, mostrando que ele daria um bom censor, já que a estupidez chega ao ponto de não distinguir uma simples notícia de uma opinião, uma crítica, de um jornal.  

O ataque da extrema-direita fascista e da esquerda pequeno-burguesa, cada qual à sua maneira, contra este Diário na mesma semana não é mera coincidência. Ele mostra o crescimento e a penetração das ideias revolucionárias e o método da crítica política no meio da esquerda e do campo progressista e democrático, e entre os trabalhadores. E isso atrapalha os planos políticos da direita golpista e dos fascistas, tanto da esquerda oportunista que se alia a esses setores abertamente antidemocráticos e reacionários. Este Diário se compromete a continuar criticando duramente esses setores e não descansaremos até achar os responsáveis que tentaram destruí-lo.  

Fora Bolsonaro!
Fora todos os golpistas, abaixo a “frente ampla”!
Eleições gerais! 

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