O PCO e o golpe (1)
Hoje faz um ano do ato de aniversário do ex-presidente Lula, último ato antes da sua libertação; é necessário uma luta pela sua libertação!
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Poster do ato feito pelo artista João Pinheiro. | Foto: Arquivo/DCO

Hoje, dia 27 de outubro, faz exatamente um ano do ato de aniversário do ex-presidente Lula, enquanto ele ainda estava aprisionado no que foi chamado de masmorras de Curitiba, a sede da Polícia Federal na capital paranaense. Ato este que foi aprovado na Plenária Nacional Lula Livre, que ocorreu no dia 16 de março de 2019 e contou com diversas organizações de esquerda e movimentos sociais para discutir um plano de lutas pela liberdade de Lula. O ato foi organizando e amplamente convocado pelo PCO, que contou com a presença de dezenas de milhares de militantes, ativistas e simpatizantes que defendiam na prática, na rua, de bandeira em punhos a liberdade plena de Luíz Inácio Lula da Silva. O ato contou com centenas de caravanas de todo País, de norte a sul, para a concentração em Curitiba. 

Uma ausência confirmada do ato foi o sr. Guilherme Boulos, juntamente com todo PSOL. Não se via em nenhum lugar do ato a bandeira, ou pelo figuras, do solzinho sorridente pela democracia e liberdade em nenhum canto dos arredores da Sede da Polícia Federal em Curitiba. O que evidencia a falsificação de Boulos e também de boa parte do PSOL quando se reivindicam os maiores lutadores contra o golpe de Estado, a prisão de Lula e até mesmo do bolsonarismo.

Foi um ato fundamental para a liberdade de Lula, marca a sequência de outro ato onde o Partido da Causa Operária organizou sozinho, estando cerca de 4.000 pessoas presentes no ato. Esse ato do aniversário foi a continuidade do ato do dia 14/09. O último contou com a presença 10.000 ativistas e militantes. O que indica uma clara tendência a mobilização, com um salto de mais de 50% do contingente de pessoas de um ato para o outro. O que fica claro na própria declaração do Lula em apoio ao ataque sofrido a este Diário. Onde ele cita, tacitamente, o medo da polícia em relação a mobilização popular que o partido da luta contra o golpe convocava. Lula ressalta que os medos dos polícias era justamente que o partido incentivava aquilo que quem defendia sua liberdade sempre quis fazer: quebrar as grades das masmorras e libertar Lula na marra.  

Foi justamente esse ato, que mostrou um rápido crescimento da mobilização popular em apenas um mês, que fez com que Lula se encaminhasse para sua soltura. Na mesma época do ano correu juntamente com os levantes populares no Chile e no Equador, que levaram a America Latina a uma verdadeira explosão social, levando os governos golpistas de todos os países da região a se abalarem completamente diante da ira da mobilização popular. Somado com as contradições da própria burguesia em relação a inconsistências dessa prisão política, foi o que levou Lula à liberdade.  É necessário agora uma campanha para colocar Lula nas eleições a presidência e impor sua candidatura contra os interesses da burguesia e do imperialismo!

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