“Último ato do herói coxinha: prender Lula e ir morar nos EUA”, diz Rui Costa Pimenta ao Brasil 247

Hoje com 51% de rejeição, Mouro executará seu “grande feito” de levar o Lula preso já com malas prontas para fugir para os EUA. Vai “deixar o abacaxi” do desemprego, insatisfação popular, “quebra-quebra”, tudo, “para o próximo”. E ainda vai sair como “herói da direita” que se vê em lençóis cada vez mais negros devido ao aprofundamento da crise produzida pelo próprio governo golpista. Tem quem fale que a crise está cedendo, mas o senso comum é que a economia brasileira está em queda.  Ela foi “de zumbi, a walkind death”, segundo Financial Times.

Nesse cenário, a insatisfação popular é grande e cresce. Por isso, Mouro, traidor da pátria, deve dar um último golpe antes de abandonar o próprio país (do qual se diz “herói”) numa crise histórica generalizada. Esse fato foi noticiado pela própria direita em nota de que “Mouro pediu demissão da Universidade Federal do Paraná e que deve ser um aluno convidado em alguma universidade norte-americana”.

Após ser elemento chave para a crise que leva ao sucateamento geral do ensino brasileiro, da saúde e da qualidade de vida geral da população, Mouro foge para o “colo do patrão”, deixando as claras sua posição política desde o começo: capacho do imperialismo internacional.

Enquanto a insatisfação popular se acentua, o golpe corre contra o tempo para por em ação todas as suas metas de reestruturação da política e da economia brasileiros para atender o imperialismo, antes que a chama do povo esteja quente demais para deter. Prender o Lula em segunda instância, intervir militarmente no Rio de Janeiro, colocar militar no Ministério da Defesa (coisa que não ocorria há vinte anos)… tudo isso é o desespero do imperialismo no Brasil, agindo de formas cada vez mais deliberada a fim de conter o avanço e radicalização da esquerda, ao mesmo tempo em que cumpre a tarefa principal de usar as riquezas nacionais para tapar o rombo econômico dos países-eixo do capitalismo.

Andando na “corda bamba”, o capital se utiliza de fantoches mercenários como Mouro para pintar todo esse roubo a mão armada (literalmente) da população, como uma atitude “necessária”, “boa” e “moral”.