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Os estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) ocuparam, no último dia 23 (sexta-feira) a reitoria da universidade, com o objetivo de protestar contra o que está sendo chamado pela reitoria de “mudança na política do Restaurante Universitário”. A suposta mudança de política consiste, na verdade, em que a universidade não mais subsidiará 90% do valor das refeições, mantendo o subsídio apenas para os estudantes em situação de vulnerabilidade, pessoas de baixa renda. Hoje os estudantes pagam R$1 a cada refeição no R.U. Se, de fato, essa “mudança de política” ocorrer, eles terão que pagar o valor integral.

Antes que qualquer cálculo ou estatística, é preciso dizer explicitamente que a “mudança” consiste simplesmente no fim da principal política de assistência estudantil que existe na UFMT. Mais do que isso: trata-se de mais um passo na privatização da universidade pública e que isso não é um fato isolado, mas parte do plano dos golpistas, alinhados com o imperialismo, de privatizar todas as universidades do Brasil. Hoje obrigam os estudantes a pagarem o valor integral das refeições. Amanhã podem obrigá-los a pagar mensalidades para estudar.

É necessário realizar intenso trabalho de propaganda e agitação explicando isso aos estudantes, com o objetivo de ampliar a mobilização, através da criação de comitês universitários de luta contra o golpe, que combatam o golpe de conjunto e não apenas uma ou outra de suas medidas isoladamente, pois a garantia não apenas da assistência estudantil, mas da existência da universidade pública, depende da derrota dos golpistas, o que só pode ser feito através de uma mobilização de características revolucionárias.

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