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LONDON, ENGLAND - FEBRUARY 01:  FIFA Presidential candidate Gianni Infantino talks during a press conference at Wembley Stadium on February 1, 2016 in London, England.  (Photo by Clive Rose/Getty Images)
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A federação europeia de futebol (UEFA) começará nesta próxima quinta feira (13-08) um campeonato de seleções de times europeus, com o nome de Liga das Nações Europeias, com duração de um ano.

Serão 55 times europeus que estarão divididos em 4 grupos (liga), em que os vencedores dos grupos se enfrentarão em um quadrangular final, com data marcada para junho e julho de 2019.

Esse campeonato, criado pela UEFA, quando o atual presidente da FIFA, Giani Infatino, era secretário geral da UEFA tem o objetivo de isolar as seleções de outros continentes (América, Ásia, Africa e Oceania) do futebol mundial, concentrando os contratos milionários do futebol apenas na Europa.

Os Europeus que usaram de todo expediente extra-campo para ganhar as últimas Copas do Mundo, como a utilização do VAR (Árbitro de Vídeo) na última Copa, para que a França fosse campeã, agora quer mesmo é eliminar os país atrasados, que jogam muito mais futebol que os europeus, dos lucros que são gerados por esse esporte.

A criação da Liga das Nações Europeias de futebol mostra sem máscaras, que para os grandes capitalistas europeus, o futebol não é uma atividade esportiva para congratulação dos povos no mundo, mas uma atividade humana de demonstração de poder econômico, que não pode de maneira nenhuma ser considerada uma especialidade dos país pobres e atrasados como o Brasil.

A próxima ação da Liga das Nações é determinar o calendário do futebol mundial, inclusive modificando o atual formato da Copa do Mundo, o que bem pode se transformar em uma espécie de campeonato mundial interclubes, onde as seleções disputam em seus continentes e os campeões e cada continente se enfrentariam em um quadrangular para uma final de um continente contra o outro.

Com o aprofundamento da crise do capitalismo, o imperialismo mundial mostra que o controle do futebol é fundamental para manter os seus lucros e o poder político mundial.

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