Estatização de todo o ensino
Os 600 professores demitidos da mesma maneira grotesca, o que levou a uma diminuição do corpo docente da instituição em aproximadamente 45%.
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Professor demitido | Blog Sólides

Com  o início da pandemia em meados de março, as aulas foram suspensas, diversas escolas particulares e universidades começaram a demitir seus professores.

Já em abril, ocorreu  na Rede Internacional de Universidades Laureate, que controla faculdades como Anhembi Morumbi e Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), a demissão de 130 professores.

Outro exemplo dessa barbárie foi a Universidade Nove de Julho (Uninove), em São Paulo. Por uma mensagem virtual, no dia 22 de junho, em meio a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), cerca de 600 professores foram demitidos. O que levou a uma diminuição do corpo docente da instituição em aproximadamente 45%.

Segundo o sindicato da categoria, Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro SP), as demissões no estado somaram cerca de 1.674 profissionais de faculdades particulares paulistas desde abril.

Na UNINOVE, demitiram uma professora com deficiência, mesmo com a demissão sem justa causa estando proibida durante a pandemia, desde 1º de abril, por meio da Medida Provisória 936, e pela Lei 14.020, do dia 6 de julho.

Quando a professora foi reivindicar seus direitos, foi zombada de sua lesão e teve que entrar na Justiça, pois a universidade negou obedecer a lei, alegando que ela não tinha deficiência nenhuma.

É preciso denunciar todas as demissões que vem ocorrendo em todos os setores educacionais, é preciso readmitir todos os professores, pois a educação não é mercadoria, é preciso estatizar toda a educação brasileira, do maternal ao ensino médio, pois os tubarões do ensino demitiram milhares e estão forçando os ainda empregados a retornarem as aulas presenciais.

Por uma greve nacional da educação para barrar a volta as aulas e reaver o emprego de milhões de pessoas, pois a inércia dos sindicatos está gerando todo esse caos com a classe trabalhadora. É preciso que reabram os sindicatos e coloquem os professores em luta.

É preciso denunciar a política genocida dos governos golpistas, que sempre estão à serviço dos tubarões do ensino pago, que subordinam as vidas dos professores e alunos a essa sanha do capital.

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