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oO TST (Tribunal Superior do Trabalho) através do ministro biônico Aloysio Corrêa da Veiga, relator do dissídio coletivo do plano de saúde dos trabalhadores dos Correios realizou no dia 22 de fevereiro audiência de conciliação entre a direção golpista da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) e os “representantes” sindicais da categoria.

Segundo o ministro patronal do TST, a audiência foi marcada para que os ministros do Tribunal não precisem julgar o dissídio em pauta, marcado para o dia 12 de março.

Aloysio mostrou que os ministros golpistas do TST sabem que o plano de saúde dos Correios é o principal benefício de uma categoria nacional, com mais de 105 mil funcionários, que recebem em média R$ 1.500 de salário, portanto, sem condições de pagar um plano de saúde particular pra si, e muito menos para seus familiares.

No entanto, consciente de que vai ter uma grande crise na vida dos trabalhadores da ECT se os golpistas conseguirem retirar esse direito da categoria, excluindo seus benefícios,  o ministro golpista com ar de benevolência, manteve a mesma proposta patronal que levou a categoria dos Correios a greve nacional do ano passado (2017), quando foi realizado quase 20 dias de greve.

O ministro estabeleceu como verdadeiro a história falaciosa dos golpistas de que os Correios passa por grande crise econômica, que diante disso, os trabalhadores terão que perder direitos adquiridos.

Segundo, que o plano de saúde dos Correios tem que ter mensalidades, que vai se dar por pessoa, e que os pais e mães pagarão mais e não haverá mais a possibilidade de incluir pais e mães no plano de saúde, ou seja, quem tiver pai e mãe no plano de saúde vai ter mais pressão para se desligar da empresa.

O ministro biônico do TST Aloysio Corrêa, para evitar que ele e seus pares figurem na história como os carrasco dos trabalhadores dos Correios, concedeu 10 dias para os sindicalistas dos Correios ligado ao Bando dos Quatro (PT, PCdoB, PSTU e diretoria do Sintect-MG-LPS) que aceitaram o plano de saúde ser decidido pelo TST, convençam a categoria a aceitar essa proposta, a fim de que apareça no autos que os próprios trabalhadores aceitaram perder salário para pagar mensalidades do plano e com isso iniciar o processo de destruição desse benefício.

Querem ficar tranquilos de que não haverá uma mobilização contra este enorme ataque aos ecetistas.

Não precisa ser grande conhecedor de matemática para saber que uma categoria que recebe R$ 1.500 de salário não terá condição de arcar com nenhuma mensalidade em seus salários, ainda mais sabendo que ela será corrigida conforme tabela da ANS (Agência Nacional de Saúde).

Os trabalhadores devem recusar a proposta da ECT/TST, de cobranças de mensalidades e exclusão do pais e mães do plano de saúde, pois é abrir a porta para a criação de um plano de privado de saúde, onde o trabalhador operacional não terá condição de manter.

Os sindicalistas do Bando dos Quatro que levaram a categoria para a ratoeira do TST, propondo o fim da greve sem estabelecer como ficaria o plano de saúde se prepara para se safar de suas responsabilidades simplesmente dizendo que não temos o que mais fazer.

É preciso mobilizar e chamar uma greve nacional, com ato nacional em frente do TST no dia do julgamento do dissidio, pois a proposta da conciliação é simplesmente para que os carrascos da categoria, direção golpista da ECT  e ministros biônicos, que possuem não só auxilio moradia e plano de saúde possam sair como pessoas que estão preocupadas com a saúde dos trabalhadores e seus familiares.

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