Internacional
Na quinta-feira (18), Donald Trump ameaçou com o rompimento total com a China. A política externa americana baseia-se em ameaças, chantagens e boicotes contra a China
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Bandeiras dos Estados Unidos e China | Johannes Gisele/AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou novamente com o rompimento de laços com a China. A ameaça ocorreu nesta quinta-feira (18), após o representante comercial dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, dizer em uma audiência no Congresso de que não via a dissociação das economias americana e chinesa como uma opção viável.

Diante da afirmação de Lighthizer, Trump publicou em sua conta no twitter que havia uma diretriz política de, sob várias condições, realizar uma dissociação total em relação à China.

Há anos os Estados Unidos e o país asiático têm entrado em confronto no cenário internacional. A questão de Hong Kong é sensível para os chineses, pois os americanos procuram intervir para impedir que a China exerça a soberania sobre seu território e imponha suas leis .O imperialismo atua para separar e impedir o controle do governo central da China sobre porções de seu território. Situação similar ocorre em relação à Taiwan, reconhecido como um país independente pelo imperialismo e como uma  província rebelde pelos chineses.

A questão comercial é uma fonte permanente de conflitos entre os dois países. Os EUA implementam uma política de ataque e boicote às empresas chinesas e de bloqueio para impedir que estas disputem novos mercados. Em diversas ocasiões, os americanos propuseram a aplicação de sanções comerciais à China. É notório o esforço de propaganda realizado pelos americanos no sentido de responsabilizar a China  pela pandemia do coronavírus e, a partir disso, propor medidas punitivas contra sua economia. A China opõe-se à presença de bases navais americanas no Mar da China e em todo o continente asiático.

Uma guerra entre as duas Coreias envolveria os chineses e os americanos. Deve ser destacado que os americanos mantém grandes contigentes militares estacionados na Coreia do Sul.

A política externa dos Estados Unidos visa atender aos interesses econômicos de sua burguesia imperialista e se utiliza de todo tipo de conspiração e ameaças contra os países que resistem ou impõe limites a sua dominação. Os chineses procuram se defender das investidas americanas e, para isso, organizam um bloco político internacional.

A crise internacional do sistema imperialista intensifica a ofensiva sobre os países atrasados. A luta entre a China e os Estados Unidos é expressão desta crise. Os americanos necessitam subjugar os chineses para manter sua dominação sobre o planeta. A crescente peso da China na economia global e sua influência política representam uma grande ameaça aos EUA.

 

 

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