“Tripartição de Poderes”: Judiciário não gostou da escolha da ministra do Executivo e proibiu sua nomeação

A nomeação da golpista Cristina Brasil do PTB do Rio de Janeiro para o cargo de ministra golpista do Ministério do Trabalho está sob suspeição pelo golpista Poder Judiciário brasileiro.

A deputada federal do PTB, filha do corrupto Roberto Jefferson do PTB, foi nomeada no dia 04 de janeiro de 2018, pelo governo golpista ao ministério para substituir Ronaldo Nogueira, também do PTB, que saiu para organizar sua campanha eleitoral para 2018.

No entanto, através da uma ação popular que ninguém sabe de onde saiu, o Poder Judiciário suspendeu sua posse, com alegações de que ela é patroa, ou seja, tem dívidas com os trabalhadores.

A AGU (Advocacia Geral União) recorreu à golpista “justiça” para reverter a suspensão, mas o TRF 2 manteve a suspensão, mostrando que quem manda nas nomeações do governo golpista de Michel Temer, no fim das contas, são os juízes  golpistas  do Poder Judiciário brasileiro.

A crise que o governo golpista se meteu com a nomeação da petebista, caloteira, só mostra que no Brasil a ideia da lei burguesa dos três poderes (Judiciário, Executivo e Legislativo) convivendo harmoniosamente, cada qual com sua função, é uma grande besteira.

Aqui, os membros do Poder Judiciário, o mais ativo no golpe de Estado, legislam sem ter nenhum voto e ainda determinam quem pode participar do Poder Executivo.