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Conforme esperado, o TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4º Região) negou na tarde desta quarta-feira (21) o pedido da defesa do ex-presidente Lula para ouvir o ex-advogado da Construtora Odebrecht, Rodrigo Tacla Duran.

O pedido feito pela defesa do petista visava esclarecer a autenticidade de documentos obtidos pelo MPF (Ministério Público Federal) com a construtora. Segundo os advogados de Lula, a negativa para oitiva da testemunha caracteriza cerceamento de defesa.

Tacla Duran denunciou que as negociações de delações premiadas e multas dos processos que correm na 13º Vara da Justiça Federal de Curitiba, no âmbito da chamada operação Lava Jato, estavam sendo fraudadas e intermediadas por um amigo de Rosângela Moro, esposa do juiz. Denunciou também que a Odebrecht fraudou provas para condenar Lula.

Em dezembro de 2017, Duran depôs a CPMI da JBS, onde apresentou aos parlamentares registros de troca de mensagens de celular entre ele e o advogado Carlos Zucolotto, padrinho de casamento do juiz Sérgio Moro e sócio de uma banca que já teve com Rosângela Moro, esposa do magistrado responsável pela Lava Jato, onde este fazia uma proposta para a redução da multa a ser paga de US$ 15 milhões para US$ 5 milhões, contanto que Duran pagasse US$ 5 milhões “por fora”, como honorário pelos serviços prestados.  

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