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O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) publicou na íntegra o documento da condenação de Lula. A análise do documento confirma o que já se sabia, até porque o próprio texto da sentença admite isso: o TRF4 condenou o ex-presidente “por convicção”.

Entre os 18 pontos contestados (todos negados, sem exceção) estava o questionamento da gravação do interrogatório de Lula, sobre a veracidade de acordo de colaboração e, ainda, para a negativa do juiz Sérgio Moro que a defesa realizasse perícia. A resposta para esse último pedido foi apenas que a diligência “não resultou de circunstâncias ou fatos apurados” e ainda caracterizou o pedido da defesa como algo “despiciendo”, inútil.

Além disso, para justificar o aumento de mais 31 meses na sentença do processo-farsa, em comparação à sentença de Moro, a 8ª Turma disse que “não há fórmula matemática ou critérios objetivos”, valendo-se apenas do que consideraram de culpabilidade do ex-presidente.

Tais afirmações são, claramente, a confissão do próprio TRF4 acerca daquilo que todos já sabiam: não há provas contra Lula e o que está ocorrendo é, nada mais nada menos, do que um processo-farsa, uma perseguição política.

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