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Na última quarta-feira (28), os desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) negaram mais um pedido da defesa do ex-presidente Lula, de exceção de suspeição de Sérgio Moro, isto é, do Mussolini de Maringá. Segundo a defesa do ex-presidente, Moro teria dado conselhos à Petrobras sobre medidas de prevenção e combate à corrupção e a respeito de matérias pendentes de julgamento. Isto é, Moro utilizou questões do julgamento de Lula – que ainda estavam em trâmite – para realizar palestras e ainda ganhar dinheiro com isso.

Não bastasse o ganho financeiro que Moro teve ao expor dados do julgamento da figura mais importante e decisiva da política nacional, Moro ainda demonstrou, sem pudor algum, um julgamento prévio. Afinal, se, naquele momento, as informações que ele tinha eram apenas dados, que seriam ainda julgados, ele não tinha o direito de qualificá-los como ilícitos ou não.

Essa, no entanto, não teria sido apenas a primeira vez em que Moro foi parcial no caso Lula. Em vários momentos, o juizeco mostrou todo o seu interesse em desgastar politicamente a imagem do ex-presidente, chegando até mesmo a permitir que imagens de uma condução coercitiva ilegal fosse material de um filme de quinta categoria. Tudo isso, no entanto, já esperado, uma vez que Moro não é um juiz – ele é um agente norte-americano, treinado para destruir o Brasil, assim como Dallagnol e o mais novo chefe da Polícia Federal, Rodrigo Garollo.

Todas essas arbitrariedades dos tribunais brasileiros, bem como a farra dos juízes de primeira instância, que fazem o que quer sob a justificativa de um discurso moralista, devem ser integralmente rejeitadas pelos trabalhadores e por todos os setores democráticos. É necessário que a Operação Lava Jato seja posta abaixo, com liberdade a todos os presos políticos, incondicionalmente.

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