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A proibição do aborto no país constituiu  um ataque à liberdade da mulher e ao direito de dispor do próprio corpo. De acordo com estimativas de um levantamento feito, a Pesquisa Nacional sobre o Aborto, uma em cada cinco mulheres já praticaram o aborto, recorrendo às clínicas clandestinas. Ainda de acordo com levantamento feito pela Organização Mundial da Saúde, a OMS, mais de um milhão de procedimentos inseguros são feitos todo ano no país, a cada dois dias uma em cada duas mulheres morrem devido às complicações decorrentes desses procedimentos.

As principais vítimas da criminalização do aborto no país são as mulheres negras e pobres. É preciso frisar a situação da mulher negra no país, onde as estatísticas mostram que no parâmetro em que homens recebem mais que mulheres, as mulheres negras recebem ainda menos que as mulheres não negras. Logo, na questão do aborto não seria diferente, são as mais atacadas, e que sofrem com as consequências impostas pelos golpistas. Possuem menos alcance aos métodos contraceptivos, acompanhado da negação de direitos para uma classe que sofre a opressão duplamente, que se dá à população negra e por se mulher.

Sobre essa temática do aborto, três documentários trazem à tona essa discussão. São eles Clandestinas, de Fadhia Salomão,  2004. Uma história clandestina, de Debora Diniz e Eliane Brum, 2005 e Depois de Tillson, de Lana Wilson e Marta Shane, 2013.

O primeiro documentário aborda a história de vida de mulheres anônimas que decidiram recorrer aos métodos clandestinos de aborto. Já o segundo conta a de uma mulher pobre do interior do estado do Pernambuco, Severina. Grávida de uma criança com anencefalia, Severina decidiu pelo aborto, caso em que a lei brasileira permite. No dia em que foi realizar a interrupção da gravidez, o Supremo Tribunal Federal derrubou a liminar que permitia o procedimento abortivo nos casos que o bebê fosse incompatível com a vida e Severina teve de levar sua gravidez até o fim.

O último documentário relata o cotidiano de quatro médicos que, em 2013, eram os únicos que realizam o aborto tardio nos EUA. O nome Tiller , faz referência a George Tiller, um dos mais reconhecidos médicos especializados em aborto nos EUA,  o qual foi assassinado em 2009 no estado do Kansas.

Abaixo seguem os documentários, todos estão disponíveis no Youtube:

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