Ciro é de direita, assunto encerrado

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Já é possível ver com muita clareza, sobretudo por causa da polarização política gerada pela prisão de Lula, o caráter golpista de Ciro Gomes, empregado de Benjamin Streinbuch, o homem da FIESP.

“Houve uma espécie de encerramento da polêmica com a figura do Ciro Gomes, que declarou com todas as letras, depois de várias declarações golpistas e neoliberais, que o país não aguenta um novo governo de esquerda. O que ele quer dizer mais precisamente é que o Brasil não aguentaria o governo do Lula, que ele é contra o governo do Lula. Ciro já havia dado várias outras declarações nesse sentido em que ele é contra Lula, que Lula divide o país e que é preciso unifica-lo.

Ciro teve um ex abrupto em uma reunião de prefeitos onde falou que precisa colocar ordem nessa baderna, quer dizer acabar com a baderna dos golpistas, reorganizar o golpe. Recolocar a casa em ordem, ter um poder que manda para levar adiante a política econômica. Isso desmascarou totalmente a política dele, não tem sentido nenhum apoiar um candidato como esse. Também é um candidato que não tem o apoio da burguesia, que está se organizando em cima de Alckmin.

Alckmin é um candidato azarão, que os setores direitistas muito claramente falam, que quando chegar o momento da eleição, o Alckmin e os que ele apoia terão um grande aparato político para as eleição, vão ser apoiados por toda a imprensa golpista, terão bastante horário na televisão e isso tende a desequilibrar o jogo. Não se pode saber se será o suficiente para não somente uma vitória, mas condições para que a direita governe. É necessário levar em consideração que é uma alternativa que a burguesia tem em um momento de crise, de grandes dificuldades.”

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