Estatização
Doria quer que o povo se aglomere para ir ao travalho. Foto: reprodução.
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Henrique Pinto |

O governo golpista de João Doria, está promovendo o genocídio do povo trabalhador através dos transportes superlotados da maior cidade do país, os usuários e os motoristas e cobradores estão sendo infectados. Ao contrário de aumentar a frota para garantir o direito de ir e vir dos trabalhadores e a segurança de quem conduz o veículo, o secretário vai proibir o uso dos transportes em horário de pico.

O secretário de Transportes do atual governo fascista de Doria, Alexandre Baldy, defendeu em live que somente trabalhadores de serviços essenciais usem transporte público nos horários de pico – entre 5h30 e 8h, e das 17h30 às 19h30. Um absurdo, como os trabalhadores vão se deslocar para seus empregos.

Segundo estudos, os transporte público somente perde para os hospitais em grau de contaminação, imagina os ônibus, metrôs e trens superlotados de São Paulo. A medida eficaz seria o aumento dos números de veículos e vagões, máscaras, álcool em gel e o distanciamento necessário fosse respeitado.

A população não sai de casa porque quer, nem pega ônibus lotado porque quer, a necessidade do trabalho que leva milhões de pessoas a se arriscarem todos os dias.

O governo fascista de Doria coloca de forma demagógica com a política do #Fica em casa, como se a grande massa da população pudesse escolher entre trabalhar e ficar em casa. Isso é privilégio de ter o salário garantido e ficar de quarentena é de uma pequena parcela da população.

A grande massa de trabalhadores tem que sair de suas casas, enfrentar o transporte público para ganhar o “pão de cada dia”, muitos trabalham por dia, como diaristas, vendedores ambulantes, entre outros.

Além dos que utilizam os transportes existem também os motoristas e cobradores dos coletivos, que estão ficando infectados pelo coronavírus. Há um de risco total de infecção da categoria, impostas pelo descaso total do governo golpista de São Paulo. É preciso uma mobilização dos trabalhadores para paralisar os transportes e colocar em xeque essa política genocida e mentirosa de João Doria.

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