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A política da esquerda de um modo geral é uma política de ilusões: as direções frequentemente mostram, como se diz na linguagem popular, “um mundo cor de rosa”, numa clara tentativa de animar a torcida. Um exemplo disso é o que ocorreu na época do processo totalmente fraudulento do impeachment da presidenta Dilma Roussef, em que muitos foram levados a acreditar que não haveria impeachment. A experiência prática demonstrou que essa é uma política equivocada, pois costuma levar a um sentimento de prostração. Por esse motivo, o correto é apontar uma perspectiva de luta, porém realista.

Apesar da tentativa mais uma vez feita de apresentar uma política de ilusões, a partir da qual Lula não seria condenado por unanimidade, dessa vez o que se vê é algo diferente. No lugar da prostração, que colocou muitos na defensiva após a derrubada de Dilma, o que vemos agora é diferente: há, no seio do povo brasileiro, um profundo sentimento de revolta devido à condenação do ex-presidente em segunda instância em um processo-farsa.

Esse é um dado de muita importância na atual situação política, um dos aspectos centrais da luta contra os golpistas no próximo período. Trata-se de uma mudança de tipo qualitativo, que mostra que a correlação de forças tende a mudar. Assim sendo, está colocada muito claramente a tarefa dos comitês de luta para o momento: transformar o sentimento de revolta pela condenação fraudulenta de Lula em uma verdadeira rebelião popular contra os golpistas.

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