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Após vencer as eleições presidenciais no Equador em 2017 com o apoio do então presidente Rafael Correa, Lenín Moreno se mostra um verdadeiro traidor de sua pátria e de seu povo.

Eleito sob as bases da política de Correa com um programa social desenvolvimentista e de valorização das relações entre os países em desenvolvimento na América Latina, Moreno dá uma guinada à direita colocando-se de joelhos frente aos interesses do imperialismo em seu país.

Assim que assumiu o cargo o traidor se colocou contra as políticas sociais que vinham sendo desenvolvidas em seu país e se vendeu aos interesses da burguesia local e internacional, lançando um programa neoliberal de redução do estado social e de transferência das riquezas do estado para os grandes capitalistas.

Dentre as medidas adotadas – pelo agora domesticado cãozinho do imperialismo – Lenín Moreno reduziu os impostos para grandes empresas, gerando inúmeros cortes em programas sociais que atendiam aos interesses da população que o elegeu e promoveu o aumento das taxas de juros, tornando o povo refém dos banqueiros que passaram a controlar a política do país.

Naturalmente essa onda de ataques aos direitos da população gera reação da oposição, que se movimenta para organizar os trabalhadores e colocá-los em luta contra a burguesia que tenta escravizá-los.

Para conter essa luta a direita golpista tem se utilizado da extrema violência contra os opositores políticos, promovendo assassinatos de lideranças dos movimentos populares e perseguições judiciais, com a intenção de prender membros da oposição que possuam alguma força política no sentido de colocar a classe trabalhadora em movimento na defesa dos seus interesses.

Dessa forma o presidente traidor do povo, Lenín Moreno, tem agido no Equador. Mantendo presos o ex-vice- presidente Jorge Glas em prisão no território equatoriano, o ex-presidente Rafael Correa e o ativista Julian Assange nas embaixadas do Equador na Bélgica e no Reino Unido respectivamente.

Assange é um dos organizadores da página Wikileaks, responsável pelo vazamento de diversos documento sigilosos dos governos de países imperialistas, que revelam a política imunda de espionangem, boicote e sabotagem contra as economias dos países em desenvolvimento.

Na segunda (25), o site de vazamentos de informações sigilosas, noticiou que existem investigações em andamento contra o próprio Lenín Moreno, por envolvimento em corrupção, baseadas em mensagens de seu telefone celular. Isso mostra que esses traidores são peças extremamente descartáveis para o regime político da direita, que os mantém sobre controle intenso.

Além da investigação movida contra Moreno, o Wikileaks também vazou documentos que indicam que o presidente traidor estaria negociando a extradição de Julien Assange para os EUA em troca de uma suposta redução da dívida do Equador. Podemos inferir que as investigações contra Lenín Moreno estão colocadas no sentido de pressioná-lo politicamente, controlando seus atos. Uma clara demonstração da ingerência do governo dos EUA sobre a política do Equador.

Desde 2012 Assange está exilado na embaixada do Equador em Londres (o que equivale a estar preso) por ter um pedido de prisão emitido pela Interpol, sob a acusação de espionagem, fraude e abuso de computadores.

A política internacional dá demonstrações claras de que a luta contra a prisão política do ex-presidente Lula é o caminho correto e inegociável a ser percorrido pela esquerda brasileira.

O caso do Equador deixa claro que a utilização de prisões políticas são uma prática dos regimes de direita e extrema direita no sentido de controlar o sistema político dos países pobres e explorá-los, satisfazendo a ganância dos grandes capitalistas que colocam seus lucros acima de toda e qualquer necessidade da população.

Libertar Lula significa mais que uma vitória para a esquerda brasileira. Significa um grande passo no enfrentamento contra as forças do imperialismo.

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