Greve Geral dos Correios
A Campanha salarial de 2020 será prejudicada pela paralisia das direções sindicais, pois os sindicatos estão com as portas fechadas.
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Agência dos Correios | Veja-Grupo Abril

Com o golpe de 2016, os Correios tem sofrido diversos ataques do governo federal e infelizmente com a ajuda das direções sindicais. Os Correios vem sendo atacado a um bom tempo mas a chegada da pandemia deu uma ajuda a mais pros golpistas, pois os sindicatos fecharam suas portas.

Os trabalhadores dos Correios fizeram uma assembleia no dia primeiro de julho, para aprovar a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2020. A assembleia foi organizado pelo sindicato Sintect-DF.

A campanha salarial de 2020 foi prejudicada pela paralisia das direções sindicais, pois os sindicatos estão com as portas fechadas. Os golpistas estão aproveitando para massacrar e privatizar os Correios. As negociações foram feitas em meio essa paralisia dos sindicatos, que mesmo antes da pandemia estava capitulando vergonhosamente para o governo golpista de Jair Bolsonaro.

O ano passado foi feito o Acordo Coletivo de Trabalho válido por dois anos, porém o acordo foi quebrado, terminará em 31 de junho, deixando os trabalhadores a deus dará.

Os Correios é uma empresa lucrativa e com grande capilaridade, presente em todos os municípios. Por isso os golpistas estão já alguns anos querendo massacrar os trabalhadores e privatizar, jogando os trabalhadores na terceirização, muitos serão demitidos e terão seus salários rebaixados.

A campanha salarial se dá em um momento de profundo ataque a categoria, tanto com relação epidemia, categoria está morrendo e sendo contaminada, como com relação a privatização da empresa.

É preciso organizar uma grande mobilização dos trabalhadores dos Correios, pois suas direções sindicais tem capitulado vergonhosamente para os patrões. Se a situação era ruim, com a pandemia piorou, pois os sindicatos fecharam suas portas, mesmo os que eles representam nunca ter tido um dia de quarentena. Diante disso é preciso reabrir os sindicatos e colocar os operários na rua, pois até o acordo feito com a diretoria golpista foi quebrado.

É preciso ir além das direções e criar comandos de mobilização de base, nos lugares de trabalho para impulsionar a luta dos trabalhadores. Os trabalhadores dos Correios precisam começar uma greve massiva para reverter essa situação e ameaça constante de privatização, uma mobilização que precisa ainda ter a clareza de que a ameaça que paira sobre a empresa não é um raio em céu azul mas se deve ao processo golpista que se instaurou no País, o que implica na necessidade de uma politização da greve, que inclua o “Fora Bolsonaro” entre as reivindicações dos operários.

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