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Trabalhadores das áreas operacionais do Banco Itaú sofrem com as demissões em massa
Agência do banco Itaú na Avenida Paulista, em São Paulo
Trabalhadores das áreas operacionais do Banco Itaú sofrem com as demissões em massa
Agência do banco Itaú na Avenida Paulista, em São Paulo

Da redação – Os banqueiros golpistas do Banco Itaú estão jogando no olho da rua milhares de trabalhadores, principalmente nas áreas operacionais do banco, com o claro objetivo de aumentar os seus já fabulosos lucros.

Somente no ano passado o Itaú lucrou nada menos do que R$ 28 bilhões, o maior lucro de toda a série histórica dos bancos no Brasil. Como não poderia ser de outra maneira, um dos métodos utilizados para auferir tão substancial lucro é o método da superexploração dos seus trabalhadores; seja através dos baixos salários, do arrocho salarial, de cortes de benefícios e de demissões em massa, como vem acontecendo na suposta reestruturação em que passa a empresa.

Na tal reestruturação uma das principais vítimas, os gerentes operacionais, estão sendo demitidos à rodo, e os mais atingidos são aqueles mais antigo, em grande parte estão prestes a se aposentar, substituídos por novos funcionários com salários bem menores.

Os dados dos próprios banqueiros revelam a política de massacre aos trabalhadores através das demissões: em 2018 foram demitidos, só no Itaú, 8.618 bancários, somente no mês de janeiro de 2019 já são 664. Se for nessa batida serão mais 8 mil pais de famílias sem emprego no ano de 2019.

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É uma política de terra arrasada para a categoria bancária que só tem um fim: beneficiar meia dúzia de parasitas que vivem às custas da desgraça dos outros.

Os trabalhadores e suas organizações não devem aceitar a política que aprofunda os ataques dos banqueiros e seus governos. Somente uma luta unitária dos trabalhadores bancários com demais trabalhadores pode barrar a ofensiva dos golpistas e o golpe. A categoria bancária deve organizar imediatamente uma campanha pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas; pela Liberdade de Lula.

Sempre é bom lembrar que os banqueiros nacionais e internacionais foram alguns dos grandes financiadores do golpe do impeachment no reacionário Congresso Nacional que derrubou a presidenta Dilma Rousseff através de um processo farsa das “pedalas fiscais”, e que culminou com a eleição mais fraudada que o país de todos os tempos onde se “elegeu” um presidente com características fascistas de ataque às organizações dos trabalhadores, os trabalhadores e a população em geral para beneficiar banqueiros e capitalistas.

 



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