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Trabalhadores da CUT condenam bloqueio a Cuba e lei Helms-Burton
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Trabalhadores da CUT condenam bloqueio a Cuba e lei Helms-Burton
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Prensa Latina – Brasília,  (Imprensa Latina) A Central Unitária de Trabalhadores (CUT) do Distrito Federal condenou hoje o recrudecimiento do bloqueio de Estados Unidos a Cuba e a activação do título III da Lei Helms-Burton contra a ilha caribenha.

‘Nossa organização aproveita a oportunidade para reafirmar os laços de apoio a Cuba que enfrenta nestes momentos uma série de medidas deshumanas impostas pelo Governo de Estados Unidos em uma tentativa por derrotar a sua Revolução’, disse Ismael Cessar, dirigente nacional da CUT, quem junto Rodrigo Rodríguez, secretário geral da Central em Brasília, entregou a Alejandro Malmierca, primeiro secretário da Embaixada de Cuba em Brasil, uma moção de solidariedade.

Malmierca agradeceu o respaldo dos trabalhadores brasileiros e disertou sobre o bloqueio de faz mais de seis décadas de Washington, ‘o sistema de sanções unilaterais mais injusto, severo e prolongado que se aplicou contra país algum’.

Explicou que Washington impôs um grave retrocesso às relações bilaterais com Cuba a partir da assinatura pelo presidente Donald Trump do chamado Memorando Presidencial de Segurança Nacional sobre o Fortalecimento da Política de Estados Unidos para Cuba, o 16 de junho de 2017, que refrendó entre seus objetivos o endurecimento do cerco contra a ilha.

‘As medidas aplicadas limitaram ainda mais o direito dos estadounidenses a viajar a nosso país e impuseram obstáculos adicionais às restringidas oportunidades do setor empresarial de Estados Unidos em Cuba’, referiu o diplomata, quem remarcó que o assédio constitui o principal obstáculo para o desenvolvimento de todas as potencialidades da economia cubana.

Na moção, a CUT Brasília repudia a Lei Helms-Burton e assegura que sua ação não se trata só de solidariedade, sina pela defesa da soberania de um país.

‘Continuaremos denunciando ao mundo a hipocrisia que rege o discurso imperialista que atenta contra os princípios da democracia para invadir países, provocar guerras, assassinar inocentes e usurpar riquezas dos povos’, reitera a Central Unitária.

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