Contra o governo de Duque
A crise dos governos neoliberais latino-americanos aprofunda-se cada vez mais. Dia 21 de janeiro, sindicatos e movimentos sociais marcaram atos contra a direito em todo país.
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colombia
Protesto em dia de greve geral em Bogotá, na Colômbia. Foto: Ivan Valencia/AP Photo |

Dando continuidade às mobilizações iniciadas pela paralisação nacional do dia 21 de novembro do ano passado, o povo colombiano está marcando mais um grande ato contra o governo genocida de Iván Duque.

Marcando dois meses de mobilização, o Comitê Nacional de Greve do país, formado pelas centrais sindicais e organizações estudantis, campesinas e indígenas – e outras – anunciou mais uma manifestação no dia 21 de janeiro.

O porta-voz do Congresso Nacional de povos e da Cúpula Agrária, Jimmy Moreno, indicou que a mobilização foi convocada para várias regiões do país e que espera-se que tenha grande adesão.

Moreno declarou ao grupo RCN que “à partir do Comitê Nacional de Greve apoiaremos a mobilização que se realizará no próximo dia 21 de janeiro. Esta mobilização já está convocada em várias cidades do país e faz parte da agenda nacional, da qual a paralisação nacional volta novamente”.

Já o presidente da Federação Colombiana dos Trabalhadores da Educação (Fecode), Nelson Alarcón disse que “decidimos participar com um panelaço à partir das 17 horas em todas a praças centrais dos municípios”.

O objetivo central da mobilização é rechaçar o “paquetazo” do governo, que inclui uma série de medidas neoliberais de contenção de gastos com políticas sociais e dezenas de privatizações, além do assassinato de dezenas de lideranças políticas dos movimentos sociais.

Na última segunda-feira, ocorreu uma reunião do Comitê Nacional de Greve em que foram tratados os seguintes pontos: calendário das próximas mobilizações e a projeção de assembléias territoriais que se realizarão entre o dia 15 e 29 de janeiro, que irão preparar o terreno para o grande encontro nacional, programado para os próximos dias 30 e 31 de janeiro.

Segundo a organização, as constantes mobilizações tem como objetivo criar as condições para uma manifestação ainda maior no mês de março. “No dia 31 de janeiro [último dia do encontro nacional] se definirá o caminho das mobilizações. Haverá momentos fortes; por exemplo, neste momento há um consenso para realizar uma paralisação nacional no mês de março”, pontuou Moreno.

Da mesma forma, o presidente da CUT colombiana, Diógenes Orjuela, explicou que a agenda de mobilização para este ano será definida no final da janeiro.

Assim, a crise dos governos neoliberais aprofunda-se na América Latina.

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