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(Brasília - DF, 28/05/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante café da manhã com Dias Toffoli, Presidente do Supremo Tribunal Federal; Davi Alcolumbre, Presidente do Senado Federal; Rodrigo Maia, Presidente da Câmara dos Deputados; Onyx Lorenzoni, Ministro-Chefe da Casa Civil da Presidência da República; Paulo Guedes, Ministro de Estado da Economia, e Augusto Heleno, Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.
Foto: Marcos Corrêa/PR
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Da redação – O ministro-presidente do Supremo Tribunal Federal, o golpista Dias Toffoli, confirmou à golpista Veja que o Brasil esteve à beira de um golpe militar entre os meses de abril e maio. Toffoli afirmou que atuou para tentar acalmar a situação, pois os setores político e empresarial estavam muito insatisfeitos com o presidente fascista Jair Bolsonaro (PSL).

Ainda segundo Toffoli, um grupo de parlamentares decidiu reviver um projeto que previa a implantação do parlamentarismo, anteriormente vindo do senador Renan Calheiros, que acreditava que um sistema parlamentar misto, no qual o primeiro-ministro é eleito pelo Congresso e o presidente votado pela população teria algumas poucas funções, sendo uma solução para a direita naquele momento, já em 2016. Em 2019, quando o clima esquentou, Bolsonaro, Toffoli, o deputado Rodrigo Maia (DME-RJ), presidente da Câmara, e o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado,  reuniram-se mais de 30 de vezes com os militares do Alto Comando do Exército e fizeram o chamado Pacote dos Três Poderes. Entre os temas da pauta, estava o plano ilegal para adiar a sessão em que a corte julgaria a legalidade das prisões em segunda instância, o que poderia resultar na libertação do ex-presidente Lula, pois passaram por cima da lei ao não respeitar o Trânsito em Julgado.

Segundo Calheiros, “o presidencialismo é uma fábrica incontrolável de crises”, e assim, o parlamentarismo permitiria soluções mais “ágeis”.

E vamos rememorar também, que este expediente não é novidade nos golpes de Estado, pois em 1961, diante da posse de João Goulart, a direita logo se apressou em articular a mudança do regime político para tirar o poder de Jango. Esse, por sua vez, reverteu a situação, fazendo o regime retornar ao presidencialismo em 1963, um ano antes do Golpe Militar.

Agora, ressurge das trevas a crise do parlamentarismo, porém, já no início do governo fraudulento de Bolsonaro, quando empresários do setor industrial discutiam a possibilidade de um impeachment do presidente. Dito isso, entra em cena a figura dos generais próximos ao chefe do Planalto, onde um desses – provavelmente o verdadeiro presidente do STF, Ajax -, haveria procurado um ministro do STF para confirmar se o Exército, em caso de necessidade, poderia usar tropas para garantir “a lei e a ordem”. Tudo, é claro, seguindo a Constituição, que esses utilizam apenas quando serve aos seus interesses, na verdade deturpando-a e rasgando-a.

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