Lição da luta de classes
É preciso derrubar os fascistas pela força, pois, a única linguagem que esses entendem, é a violência das massas
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O general Azevedo e Silva, interventor especial sobre Toffoli no STF - DCO, 23 / 10 / 2018 |

Da redação – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro golpista Dias Toffoli, suspendeu nesta terça-feira (4) uma decisão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) que determinou ao Ministério da Defesa retirar de seu site uma publicação de 31 de março em defesa do golpe militar de 1964.

Apesar da alegação de Toffoli ir de encontro com a política do PCO, de que não se pode defender a censura dentro de um regime golpista, tomado por militares, esta ação deixa ainda mais claro que quem manda no STF é o general  e quem faz o café é Toffoli.

A medida do TRF-5, de fato, censurava a livre expressão de ministro de Estado. “Cuida-se, assim, de ato inserido na rotina militar e praticado por quem detêm competência para tanto, escolhidos que foram pelo Chefe do Poder Executivo, para desempenhar as elevadas funções que ora ocupam. […] Não se mostra admissível que uma decisão judicial venha a substituir o critério de conveniência e oportunidade que rege a edição dos atos da administração pública, parecendo não ser admitido impedir a edição de uma ordem do dia, por suposta ilegalidade de seu conteúdo, a qual inclusive é muito semelhante à mesma efeméride publicada no dia 31 de março de 2019”, afirmou Toffoli.

Para o ministro, o caso representa excessiva judicialização de atos públicos. “Como tenho reiteradamente falado, sempre que me deparo com situações como esta, nosso país vive um momento de excessiva judicialização, decorrente, em grande medida, da alta conflitualidade presente em nossa sociedade, a qual se torna cada vez mais complexa e massificada. Apesar disso, não se pode pretender que o Poder Judiciário interfira e delibere sobre todas as possíveis querelas surgidas da vida em sociedade. E o caso ora retratado me parece um exemplo clássico dessa excessiva judicialização”, concluiu.

Após centenas de casos de perseguição das Instituições contra a esquerda, agora, a direita tenta demonstrar ser civilizada, porém, em torno de algo absurdo: a defesa da Ditadura Militar de 1964.

Aqui é preciso reafirmar mais uma vez que a esquerda precisa tomar as ruas frente às diversas ameaças de golpe militar vindas do governo fascistas de Bolsonaro e seus generais. A justiça burguesa não irá de forma alguma lutar pelo povo, e mais, agora mostra que defende uma suposta liberdade de opinião, para que torturadores falem.

A mesma justiça que não julgou os algozes do passado, agora livra os atuais para falarem e defenderem o avanço militar contra o povo e suas organizações.

É preciso derrubar os fascistas pela força, pois, a única linguagem que esses entendem, é a violência das massas.

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