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liege
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Ontem, 28 de maio, estive em Bruxelas. Passei em frente à delegacia de polícia e reparei que os policiais estavam armados de metralhadoras. Não dei muita atenção, pois já vira o mesmo no aeroporto, semanas atrás. Mais tarde, soube que ocorrera um tiroteio em Liège, importante cidade da Valônia, que é a região de fala francesa da Bélgica.

Os jornais do país dizem que a hipótese mais provável é de terrorismo. Como sempre: é o que dá voto dizer.

Há que se considerar duas hipóteses. A primeira é de que se trata de uma forma de discriminação disfarçada contra os povos do Oriente, visto que o país recebe muitos imigrantes: Iraque, Síria, Marrocos, etc. A segunda, que se trata de uma forma de receber mais dinheiro da OTAN, que conta com base no país. Acusar terroristas por um ato de violência é desconhecer a situação em que centenas de milhares de refugiados da fome e das guerras imperialistas vivem na Europa.

A própria OTAN é responsável pela destruição dos países de origem desses imigrantes. Na verdade é apenas para isto que existe a OTAN: destruição. A ideia de dotar todos os países vizinhos à Rússia de mísseis, integrando a essa Organização os antigos membros do Pacto de Varsóvia, é algo feito com a desculpa de defender o Ocidente contra o Irã. É uma piada da qual riem os russos, pois sabem que o alvo é a Rússia. Mas, as provocações seguem. Provocações que servem como desculpa para entrar em guerra.

Os satélites da NASA fotografaram uma construção no deserto iraniano a qual tratar-se-ia de um local de construção de mísseis. Isso, por si só, serviria para reforçar a ideia de incrementar o poderio da Organização. Mas se trata de uma provocação. Uma amneira de desviar a opinião pública de saber qual é o verdadeiro alvo, ou seja, a Síria.

Com a derrota militar da Organização e dos Estados Unidos nos combates na Síria, e a intervenção russa no país, as forças imperiais precisariam de novas desculpas para continuarem a agir na região. Então, entram em cena novos locais de fabricação de armas de destruição em massa e ataques terroristas. Tudo para justificar a ação das forças de “defesa da democracia e da liberdade”. Ações essas que são sempre desmedidas e acabam por transformar os países “defendidos” em verdadeiros escombros. Veja-se o que aconteceu no Iraque e na Síria.

Mas, agora, chegou a vez da Venezuela. A pilhagem ao petróleo do país é uma das prioridades dos Estados Unidos. Por isso, colocou a Colòmbia, país vizinhoda Venezuela, na OTAN. Quando será a vez do Brasil entrar para essa organização de criminosos?

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